- No primeiro semestre de 2026, o Grupo Renault registou vendas globais estáveis, com 1.165.133 automóveis vendidos (-0,4% em relação ao primeiro semestre de 2025). Este resultado, impulsionado pela complementaridade das três marcas do Grupo, reflete uma melhoria na qualidade das vendas, um forte ênfase no valor e na eletrificação acelerada da gama
- A nível internacional[1], no segmento de automóveis de passageiros e veículos comerciais ligeiros[2], o Grupo Renault reforça a sua posição nos seus mercados estratégicos, impulsionado pelo crescimento das vendas da marca Renault e isto pelo segundo ano consecutivo (+2,8%). As vendas do Grupo cresceram na Índia (+61,2%), na Turquia (+15,4%), em Marrocos (+13,7%) e no Brasil (+5,3%)
- Na Europa[3], as vendas de automóveis de passageiros e veículos comerciais ligeiros do Grupo atingiram 821.092 unidades (-1,3%)
- Marca Renault: 528.849 unidades (+2,6%). A Renault ocupa o 2.º lugar na Europa. O Renault 5 é o automóvel elétrico, do segmento B, mais vendido na Europa
- Marca Dacia: 284.021 automóveis (-8,7%). Com uma dinâmica melhorada no segundo trimestre, a Dacia mantém-se no pódio das vendas de automóveis de passageiros, a particulares, na Europa. O Dacia Sandero é o automóvel de passageiros mais vendido, na Europa, em todos os canais de vendas
- Marca Alpine: 8.222 automóveis (+67,6%). A Alpine registou um semestre de vendas recorde. O Alpine A290 continua a impulsionar o desempenho da marca, enquanto o Alpine A390 registou as suas primeiras entregas
- Num mercado europeu de veículos comerciais ligeiros que registou uma ligeira recuperação no primeiro semestre (+2,1%), as vendas da marca Renault cresceram 11,7%. Apoiada pela diversidade da gama Master, a Renault manteve a segunda posição no mercado
- O Grupo Renault prossegue, com sucesso, a sua estratégia centrada no valor e na qualidade das vendas
- Priorização do canal de retalho, acompanhada de uma redução da exposição aos canais de vendas menos rentáveis. Nos cinco principais mercados europeus[4], o Grupo Renault vendeu 60,0% dos seus VP a clientes particulares (+3,8 pontos, 17,7 pontos acima do mercado)
- Aumento das vendas de automóveis, no segmento C, na Europa para 164.161 unidades (+15,3%), impulsionado, em particular, pelo crescente dinamismo da Dacia neste segmento
- Gestão disciplinada do valor residual[5], com valores residuais entre 4 e 13 pontos superiores aos dos concorrentes, em toda a Europa
- Uma carteira de encomendas sólida, na Europa, representando 2,1 meses de vendas futuras, no final de junho de 2026
- O Grupo Renault está a acelerar a eletrificação das vendas de automóveis de passageiros de cada uma das suas marcas. Na Europa, os automóveis eletrificados[6] representaram 52,0% das vendas do Grupo, no primeiro semestre de 2026. Um aumento de 8,2 pontos, incluindo uma quota de 18,8% de automóveis elétricos a bateria (BEV):
- A Renault, impulsionadora da eletrificação do Grupo: dois em cada três automóveis Renault vendidos (66,3%), na Europa, foram eletrificados (+7,2 pontos). Os BEV representaram 26,6% das vendas da Renault (+10,3 pontos), impulsionadas pelo sucesso do Renault 5 E-Tech, do Renault 4 E-Tech e do Scenic E-Tech. A Renault ocupa o 2.º lugar no mercado dos híbridos (HEV) e o 2.º lugar no mercado de particulares de BEV
- Crescimento rápido da Dacia no segmento híbrido: 30,8% das vendas da Dacia foram de automóveis elétricos (+7,2 pontos). Impulsionadas pelo Dacia Duster e pelo Dacia Bigster, as vendas de automóveis híbridos registaram um aumento acentuado (+30,2%) e representaram uma em cada quatro vendas (+7,5 pontos)
- A Alpine a todo o vapor na eletrificação: beneficiando do sucesso contínuo do Alpine A290 e do recente lançamento do Alpine A390, mais de 80% das vendas da Alpine são agora de automóveis elétricos
- Em 2026, o Grupo prossegue a sua ofensiva de produtos, com o lançamento do Renault Twingo E-Tech elétrico e do Renault Duster, na Índia, durante o primeiro semestre. O Renault Trafic Van E-Tech elétrico, o Renault Niagara na América Latina, o Dacia Sandero com um novo sistema de propulsão híbrido, o novo Dacia Spring, o Dacia Striker e o Alpine A390 GTS vão completar a gama antes do final do ano

Marca Renault – Implementação da estratégia «futuREady», combinando crescimento, eletrificação e criação de valor
No primeiro semestre de 2026, a marca Renault vendeu 829.518 automóveis, em todo o mundo. Um aumento de 2,6% em comparação com o primeiro semestre de 2025, prolongando a sua dinâmica de crescimento contínuo, pelo quarto ano consecutivo. Este desempenho é impulsionado por uma contribuição equilibrada, tanto da Europa como dos mercados internacionais, com uma aceleração notável nos países do Norte da Europa[7] , onde a Renault aumentou as vendas em 14,0%, num mercado que cresceu 6,0%. Este resultado assenta nas prioridades da estratégia «futuREady»: acelerar a eletrificação, prosseguir uma política comercial orientada para o valor e implementar o roteiro internacional da marca.
Dois em cada três automóveis de passageiros da Renault vendidos, na Europa, são agora eletrificados (66,3%), um aumento de 7,2 pontos em relação ao ano anterior. Apoiada por uma gama de produtos atrativa, a marca confirma a relevância da sua estratégia baseada em duas tecnologias complementares – EV e HEV – e está a avançar no sentido de concretizar a sua ambição de atingir 100% de vendas de automóveis elétricos, na Europa, até 2030.
A Renault ocupa o segundo lugar no mercado retalhista europeu de automóveis elétricos a bateria (BEV) e o segundo lugar no mercado híbrido. As vendas de BEV aumentaram 63,2%, num mercado que cresceu 34,2%, impulsionadas pelo sucesso do Renault 5 E-Tech elétrico, o automóvel elétrico do segmento B mais vendido na Europa, enquanto o Renault 4 E-Tech elétrico se está a afirmar como a referência no segmento de SUV elétricos do segmento B, no mercado de particulares.
A Renault continua, também, a sua estratégia de criação de valor, dando prioridade à qualidade das vendas e à proteção dos valores residuais. Na Europa[8], a marca ganhou 0,4 pontos de quota de mercado no canal de retalho, reduzindo a sua exposição aos alugueres de curta duração. Em França, a Renault reforçou a sua liderança, atingindo uma quota de mercado de retalho de 18,5% (+1,6 pontos) e de 20,9% no mercado de frotas (+0,3 pontos). Os automóveis dos segmentos C e D representaram 37,4% das vendas europeias, contribuindo para a melhoria contínua do mix de produtos.
No âmbito desta estratégia, os veículos comerciais ligeiros estão também a reforçar o desempenho comercial e a rentabilidade da marca. A Renault registou um segundo semestre consecutivo de crescimento das vendas de veículos comerciais ligeiros, na Europa, com um aumento de 11,7%, num mercado que cresceu 2,1%, consolidando ainda mais a sua posição como segunda marca na Europa. Desde o início do ano, graças à sua oferta abrangente de produtos e ao sucesso da solução “converted by Renault”, o Renault Master[9] tem sido o número 1 no mercado dos furgões grandes, na Europa. A nível internacional, as vendas foram impulsionadas pela Turquia (+9,8 %) e pela expansão do Renault Master, particularmente em Marrocos.
A marca continua a reforçar a sua presença internacional e a consolidar a sua posição como marca global nos seus mercados estratégicos. As vendas fora da Europa aumentaram 2,8%, atingindo quase 296.000 automóveis. Este crescimento foi impulsionado pelos fortes resultados registados na Índia (+61,2%), na Turquia (+25,7%), em Marrocos (+11,8%), no Brasil (+5,3%) e no México (+16,3%). Espera-se que esta dinâmica se mantenha nos próximos meses, apoiada pelo aumento da produção do Renault Duster, na Índia, pelo recente lançamento do Koleos Full Hybrid no Brasil e pela implementação acelerada do Boreal, apoiada pela abertura de uma segunda unidade de produção, na Turquia, em Junho.
Com base nestes sólidos fundamentos, nos segmentos de automóveis elétricos e híbridos, a Renault entra no segundo semestre com confiança. Na Europa, o impulso da eletrificação continuará a acelerar, com os recentes lançamentos do Twingo E-Tech elétrico e da versão Plein Sud do Renault 4 E-Tech elétrico, bem como com a abertura das encomendas, antes do final do ano, para o Trafic Van E-Tech elétrico. Fora da Europa, a apresentação da futura pick-up Niagara, em Setembro, irá apoiar o crescimento da Renault na América Latina. Estes lançamentos irão abrir novas oportunidades de crescimento, em linha com as ambições do plano futuREady.
Marca Dacia – Modelo de negócio forte e fundamentos sólidos
No primeiro semestre de 2026, num contexto de forte crescimento das vendas de veículos elétricos e da crescente presença de marcas chinesas, na Europa, a Dacia confirmou a solidez do seu modelo de negócio e dos seus fundamentos. No segundo trimestre, a marca registou 181.729 matrículas, um
nível praticamente inalterado em relação ao segundo trimestre de 2025 (-0,3%). Ao longo do primeiro semestre, a Dacia registou 327.077 vendas, o que representa um decréscimo de 8,1% em comparação com o primeiro semestre de 2025. Na Europa, a marca alcançou uma quota de mercado de 3,9%, no segmento dos automóveis de passageiros. No final de Junho, a carteira de encomendas manteve-se em linha com a de 2025, demonstrando a forte resiliência comercial da marca, antes do segundo semestre.
A Dacia continua a assentar em fundamentos sólidos: o Dacia Sandero mantém-se como o automóvel mais vendido, na Europa, em todos os canais de vendas, e a marca ocupa o terceiro lugar no mercado retalhista europeu de automóveis de passageiros. O seu modelo de negócio assenta, também, numa composição de vendas predominantemente retalhista de 77%[10] , numa estratégia de preços líquidos disciplinada e em valores residuais 13 pontos acima da média do mercado.
A eletrificação continua a ganhar impulso, com os sistemas de propulsão híbridos a representarem uma quota crescente das encomendas: 37% no caso do Jogger, 40% no Duster e 68% no Bigster. Além disso, 58% das encomendas da gama dizem respeito a níveis de equipamento superiores, uma proporção que sobe para 71%, no caso do Duster e para 82% no do Bigster, ilustrando a capacidade da marca para melhorar a sua gama de produtos, mantendo-se fiel ao seu posicionamento baseado na melhor relação qualidade-preço.
O segundo semestre será marcado pela intensificação da oferta eletrificada da Dacia, com a introdução do Sandero híbrido, seguida do lançamento no mercado do Striker e do lançamento da próxima geração do Spring, produzido na Europa. Estes novos modelos irão enriquecer ainda mais a gama da marca e apoiar a sua transformação, permitindo responder com agilidade às tendências em evolução do mercado.
Marca Alpine – Um primeiro semestre recorde
A Alpine registou um desempenho recorde, no primeiro semestre, com 8.538 automóveis vendidos, em todo o mundo, o que representa um crescimento de 69,1%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas da marca foram impulsionadas pelo sucesso do seu modelo mais vendido, o hot hatch Alpine A290, cujas vendas aumentaram quase 60% em comparação com o primeiro semestre de 2025, atingindo 5.890 unidades. O coupé desportivo Alpine A110 também manteve uma forte dinâmica, com 1.607 unidades vendidas (+22,4%), apesar de a produção ter terminado em Junho, para preparar a chegada da sua terceira geração. Entretanto, a Alpine entrou num novo segmento de mercado, com o lançamento do fastback desportivo Alpine A390, registando as primeiras 1.041 matrículas da versão GT, enquanto as encomendas para a versão GTS já se encontram abertas.
Fora de França, o crescimento da Alpine acelerou significativamente, nomeadamente no Reino Unido, onde as vendas se multiplicaram por seis, atingindo as 1.902 unidades. Registou-se também uma forte progressão em Espanha (+84 %) e na Alemanha (+78 %), confirmando o crescente apelo da marca nos principais mercados europeus.
Estes resultados, apoiados pela rápida expansão da sua rede de retalho internacional, que passou de 169 para 238 pontos de venda, sublinham a dinâmica crescente do desenvolvimento global da Alpine. Reforçam a ambição da marca de se tornar uma marca líder no segmento dos automóveis elétricos de alto desempenho, enquanto alarga, com sucesso, a sua base de clientes e a sua presença em novos segmentos de mercado.
[1] Fora da Europa
[2] Veículos de passageiros e veículos comerciais ligeiros
[3] Europa = âmbito da ACEA, salvo indicação em contrário
[4] Países do G5 = França, Alemanha, Espanha, Itália e Reino Unido
[5] Para as marcas Renault e Dacia (PC) nos países do G5, em comparação com as 23 principais marcas de PC
[6] HEV, PHEV e EV; mercado de automóveis de passageiros na Europa
[7] Países do Norte da Europa = Alemanha, Reino Unido, Irlanda, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia
[8] Países do G5
[9] Renault Master + Renault Master E-Tech elétrico + Renault Trucks Master + Renault Trucks Master E-Tech elétrico
[10] Países do G5 = França, Alemanha, Espanha, Itália e Reino Unido
[11] Incluindo a Renault Korea Motors no primeiro semestre de 2025
in Grupo Renault, 23-07-2026






