
A INDASA regressa à Automechanika Frankfurt 2026, a principal feira internacional dedicada ao aftermarket automóvel, com uma mensagem clara: o futuro das oficinas não depende apenas da qualidade dos produtos que utilizam, mas também da forma como gerem os seus processos.
Entre os dias 8 e 12 de setembro, no Hall 11.1 – Stand E33, a INDASA apresentar-se-á na Automechanika Frankfurt, colocando em destaque o Process to Profit, um programa desenvolvido para ajudar as oficinas a melhorar a produtividade, reduzir desperdícios e aumentar a rentabilidade.
Mais do que um conjunto de produtos ou serviços, o Process to Profit representa uma abordagem consultiva que analisa todas as etapas do processo de repintura. Através da otimização de procedimentos, da formação técnica, da gestão eficiente de consumíveis e da monitorização de indicadores de desempenho, a INDASA procura apoiar os profissionais na construção de operações mais eficientes e sustentáveis.
“Hoje, o verdadeiro desafio das oficinas passa por produzir mais, com maior consistência e menor custo operacional. O nosso objetivo é ajudar os clientes a alcançar esse equilíbrio, oferecendo não só produtos de elevado desempenho, mas também conhecimento, metodologia e acompanhamento”, afirma Tiago Matias Responsável de Marketing do Grupo INDASA.
Além do destaque dado ao Process to Profit, a Automechanika Frankfurt será também o palco escolhido para a apresentação de várias novidades que reforçam o compromisso da marca com a inovação, a eficiência e a sustentabilidade. Os visitantes terão oportunidade de conhecer, em primeira mão, soluções desenvolvidas para responder às exigências atuais e futuras do setor da repintura.
A presença da INDASA na feira insere-se na estratégia de crescimento internacional da empresa e reforça a aposta na proximidade com clientes, distribuidores e parceiros de todo o mundo. A Automechanika continua a ser um dos principais pontos de encontro da indústria, proporcionando um ambiente privilegiado para a partilha de conhecimento, o desenvolvimento de novos negócios e o fortalecimento de relações comerciais.
Com um stand de mais de 70 m², localizado na mesma área ocupada na edição anterior, a INDASA preparou um espaço pensado para proporcionar uma experiência dinâmica e interativa. Ao longo dos cinco dias de feira decorrerão demonstrações técnicas, apresentações dedicadas ao Process to Profit e reuniões com parceiros internacionais.
A presença da INDASA na Automechanika Frankfurt inclui ainda um momento exclusivo dedicado aos seus clientes, reforçando a proximidade com o mercado e criando espaço para partilha, networking e apresentação de futuras iniciativas da marca.
A participação na feira reforça, assim, a estratégia internacional da INDASA e o seu compromisso em apoiar as oficinas para além do produto, através de soluções, conhecimento e processos que contribuem para uma maior eficiência e rentabilidade.
in INDASA, 11-08-2026

TMG Automotive has been honoured with the Transatlantic Investor Award, presented by the Portugal-US Chamber of Commerce, in recognition of its contribution to strengthening the economic relationship between Portugal and the United States.
The award was accepted by our CEO, Isabel Furtado, and reflects TMG Automotive’s long-standing commitment to innovation, international growth and investment, building on a legacy of nearly a century of industrial excellence within the TMG Group.
With a strong presence in the United States and continued investment in technology and advanced material solutions, TMG Automotive remains committed to driving innovation, creating long-term value and strengthening transatlantic collaboration.
This distinction recognises not only our inyernational journey, but also the vision, reslilience and leadership that continue to shape out path towards the future.
We also extend our congratulations to the other distinguished award recipients, whose achievements continue to strengthen the enduring partnership between Portugal and the United States.
in TMG Automotive , 10-08-2026

Dois milhões de automóveis produzidos. Mais de seis décadas de história industrial. E uma fábrica que se tornou indissociável da identidade económica de Mangualde e da própria indústria automóvel portuguesa.
A Fábrica Stellantis de Mangualde, historicamente ligada à Citroën desde a sua abertura, em 1962, prepara-se para assinalar um dos momentos mais importantes da sua história: a produção do automóvel número 2.000.000.
A celebração terá lugar sexta-feira, 4 de setembro, no âmbito do Caramulo Motorfestival, numa iniciativa que pretende homenagear o percurso da unidade industrial mangualdense e as milhares de pessoas que, ao longo de mais de 60 anos, contribuíram para a sua história.
A ligação entre Mangualde e o Caramulo será feita através de um desfile de veículos representativos da evolução e da história da produção automóvel na fábrica.
A caravana partirá da fábrica às 09h15, com chegada ao Caramulo prevista para as 10h00. Às 10h30, terá lugar uma exposição estática dos veículos, seguindo-se o almoço, às 13h00.
O momento alto da jornada está reservado para as 15h00, com a apresentação do veículo que simboliza a produção dos dois milhões de automóveis.
Às 16h00, terá lugar uma entrevista com o diretor da fábrica, Múcio Brasileiro, antes de, pelas 18h00, se iniciar o desfile na Rampa Histórica Castrol.
Um marco para Mangualde e para Portugal
Mais do que celebrar uma cifra histórica, os dois milhões de automóveis representam 64 anos de trabalho, investimento, inovação e transformação industrial.
Desde 1962, a fábrica de Mangualde atravessou diferentes gerações de veículos, tecnologias e modelos de produção, mantendo-se como uma das principais referências da indústria automóvel em Portugal e um dos grandes motores da economia da região.
O marco dos dois milhões constitui, por isso, uma homenagem à história da fábrica, aos seus trabalhadores e à capacidade de Mangualde em afirmar-se, ao longo de décadas, como um território industrial de referência.
Do primeiro automóvel produzido em 1962 aos dois milhões de unidades: a história da fábrica Stellantis é também uma parte importante da história industrial de Mangualde.
in Mangualde online, 10-08-2026

Um novo player entrou recentemente no mercado dos plásticos: a NexPoint.
Mas a magia por trás da marca revela-se a um olhar mais atento: o portfólio de produtos mantém nomes bem conhecidos e de referência, como Lexan (PC), Cycoloy (PC/ABS), Valox (PBT) e Cycolac (ABS). Após a conclusão da aquisição do negócio ETP da SABIC na Europa e nos EUA pela Mutares, a divisão de Termoplásticos de Engenharia passa agora a operar sob a recém-criada NexPoint Materials.
Não só as formulações dos materiais se mantêm inalteradas, como também a equipa e os locais de produção continuarão a funcionar como até agora. Para si, no departamento de compras, nada muda: a nossa equipa continua a ser o seu contacto principal para os materiais que distribuímos por toda a Europa há mais de 50 anos. Primeiro como principal fornecedor e parceiro mais próximo da General Electric, depois da Sabic, e agora da NexPoint.
Com décadas de know-how técnico, uma equipa dedicada, logística, armazenamento e serviços financeiros sem paralelo, e materiais premium com elevada disponibilidade, continuamos ao seu lado nos seus projetos.
Estamos entusiasmados por continuar esta história de sucesso sob um novo nome — NexPoint — mas com os materiais, a experiência e o serviço em que os nossos clientes confiam há décadas.
Se tiver alguma questão sobre esta transição, ou quiser falar sobre um projeto em curso, não hesite em contactar-nos. A nossa equipa especializada em Polímeros está sempre disponível para ajudar:
+351 22 753 74 00
geral@agi.pt
in AGI, 07-08-2026

China exportou em 2025 um recorde de 7,09 milhões de veículos, consolidando-se como o maior exportador automóvel do mundo
As fabricantes automóveis alemãs enfrentam a mais profunda crise das últimas décadas, pressionadas pela quebra das vendas na China e pela ascensão de marcas chinesas que estão a preparar uma ofensiva sobre a Europa.
A Volkswagen viu o lucro líquido cair 30,7% no primeiro semestre deste ano, para 3.103 milhões de euros, com as vendas na China a recuar 31,6% e anulando o crescimento registado na América do Sul e noutros mercados.
Por seu lado, a Mercedes-Benz registou uma quebra de 6% nos lucros, para 2.519 milhões de euros, também penalizada por uma descida de 30% das vendas na China, enquanto a BMW viu o resultado líquido cair 28,5%, para 2.872 milhões de euros, depois de as vendas no mercado chinês terem recuado mais de 30% no segundo trimestre.
Por detrás desta crise está uma transformação iniciada há mais de uma década no país asiático.
Durante anos o principal motor de crescimento das construtoras alemãs, a China preparou a transição para veículos elétricos através de uma política industrial que lhe garantiu uma posição dominante em toda a cadeia de valor, desde o acesso a matérias-primas críticas até ao fabrico de baterias.
Em 2025, mais de metade dos automóveis vendidos no mercado chinês eram veículos de novas energias – elétricos ou híbridos. No mesmo ano, a China exportou um recorde de 7,09 milhões de veículos, consolidando-se como o maior exportador automóvel do mundo.
“As marcas tradicionais estão a trazer brinquedos analógicos para um parque digital”, resumiu à Lusa Tu Le, fundador da consultora Sino Auto Insights. “Já não é apenas um automóvel. É uma plataforma tecnológica”, afirmou.
Os novos modelos chineses oferecem estacionamento autónomo, assistentes de voz alimentados por inteligência artificial, sistemas avançados de condução assistida e baterias que, nos modelos mais recentes, anunciam autonomias superiores a 700 quilómetros e carregamentos de cerca de 15 minutos.
“O período em que a China copiava acabou. A inovação está a acontecer aqui”, reconheceu à Lusa Jochen Sengpiehl, anterior diretor de marketing da Volkswagen na China.
Para o gestor alemão, a velocidade de inovação está a obrigar os fabricantes tradicionais a mudar de estratégia.
“Já não podemos fazer tudo sozinhos”, admitiu, referindo-se à parceria estabelecida pela Volkswagen com a fabricante chinesa Xpeng.
Carlos Martins, diretor da fábrica da portuguesa Sodecia no nordeste da China, considera que a principal vantagem competitiva dos fabricantes chineses reside na rapidez de execução.
“As empresas europeias têm estruturas muito pesadas. Aqui conseguem desenvolver e colocar novos produtos no mercado muito mais depressa”, explicou à Lusa.
A pressão sobre os fabricantes estrangeiros aumentou depois da entrada da Tesla no mercado chinês, em 2019.
Tu Le lembrou que o “catalisador” que obrigou as marcas chinesas a dar um salto qualitativo foi a abertura da fábrica da Tesla em Xangai, em 2019. A produção local deu à construtora norte-americana acesso aos mesmos subsídios e incentivos fiscais usufruídos pelos concorrentes chineses.
“Foi o efeito siluro”, observou à Lusa o consultor, numa referência ao peixe que é um dos maiores predadores nos rios europeus e asiáticos, constituindo uma ameaça à sobrevivência de várias espécies locais. “Havia muitos peixes gordos e preguiçosos no lago, mas a entrada de um siluro obrigou a que se fortalecessem”.
Marcas como a BYD, Xiaomi, Xpeng, Li Auto ou Aito estão agora a preparar uma ofensiva internacional, incluindo sobre o segmento de gama alta europeu.
A Xiaomi pretende entrar na Alemanha em 2027 e tornar-se uma das cinco principais marcas ‘premium’ da Europa até ao final da década. A empresa recrutou engenheiros da BMW, Porsche e Tesla e aposta na condução autónoma como principal fator diferenciador.
A Li Auto prepara igualmente a entrada na Europa com o modelo i6, enquanto a Xpeng quer exportar não apenas automóveis elétricos, mas também robôs humanoides e carros voadores.
No primeiro semestre deste ano, as marcas chinesas conquistaram já 9% das vendas de automóveis novos na Europa continental e 15% no Reino Unido.
A consultora AlixPartners estima que essa quota possa atingir 16% na União Europeia até 2030.
“Se fosse a Mercedes-Benz, a BMW ou a Porsche, estaria preocupado”, afirmou Tu Le.
Nem todos partilham dessa visão.
Num discurso na abertura do salão automóvel de Pequim em abril, Burkhard Weller, presidente da Associação Alemã de Concessionários Automóveis, considerou que a fidelidade dos consumidores europeus às marcas ‘premium’ continuará a constituir uma barreira importante.
Mas mesmo os fabricantes europeus reconhecem que a competição mudou de natureza.
“Em nenhuma outra região do mundo a transformação da indústria automóvel é tão rápida como na China”, afirmou Oliver Blume, presidente executivo da Volkswagen.
“O mercado chinês tornou-se um centro de alta ‘performance’ para nós. Temos de trabalhar mais e mais depressa para conseguir acompanhá-lo”, vincou.
in Dinheiro Vivo / Lusa, por João Pimenta *, 05-08-2026
* jornalista da Agência Lusa

Toyota repite por séptimo año consecutivo como líder global en ventas de vehículos, puesto que mantiene desde 2020. Stellantis fue de los pocas que mostraron crecimiento (+11%), junto con Chery (+7,73%), GM (+0,21%) y Geely (+0,99%).
En un semestre en que la mayor parte de los fabricantes disminuyeron su número de ventas, Toyota repite por séptimo año consecutivo como líder global, puesto que mantiene desde 2020 y que previamente alternó con el Grupo Volkswagen durante la segunda mitad de la década de 2010, logrando finalmente una amplia ventaja frente a este, gracias a la demanda de sus modelos híbridos (tecnología por la que apostó desde un primer momento mientras el resto de corporaciones se inclinaba hacia los cero emisiones). Así, en la primera parte de 2026, la japonesa llevó a cabo 5,01 millones de matriculaciones, que, no obstante, conlleva una rebaja del 2,9%.
El fabricante alemán, por su parte, también reafirma su tradicional segundo puesto, tras comercializar un total de 4,13 millones de vehículos, lo que supone un descenso interanual del 6,35% y rompe con la senda positiva que seguía el año anterior.
El grupo surcoreano formado por Hyundai-Kia completó el podio, habiendo comercializado 3,6 millones de modelos (-1,58%), de los cuales 1,96 millones se vendieron bajo el paraguas de la de José Muñoz, mientras que la de Ho-Sung Song fue responsable de los 1,63 millones restantes. Esto equivale a una bajada del 4,9% y una subida del 2,7%, respectivamente.
La Alianza, formada por el Grupo Renault, Nissan y Mitsubishi, quedó inmediatamente detrás, con 2,97 millones de transacciones, lo que equivale a una merma del 3,57%, aunque sigue por encima del guarismo de 2024 (+0,69%). La francesa contribuyó a esta cifra con 1,16 millones de entregas, una cifra muy similar a la que obtuvo en el mismo periodo de 2025, ya que solo disminuyó un 0,4%. En cuanto a la de Iván Espinosa, continuó en caída (-6,7%), quedando en 1,51 millones de rúbricas. Por último, Mitsubishi llevó a cabo 387.000 operaciones con su nombre, un 0,25% menos interanual.
El top 5 finaliza con Stellantis. El consorcio francoitaloamericano registró 2,96 millones de transacciones de todas sus marcas, siendo uno de los fabricantes que experimentaron una mejor evolución, concretamente, de un +11,04%.
Gran avance de las chinas
La gran sorpresa la ha dado Saic, colándose en el sexto puesto mundial, con un total de 2,05 millones de vehículos vendidos, aunque eso supuso un pequeño descenso del 0,39% interanual. Esto también la coloca en el primero entre los fabricantes chinos, arrebatando el puesto a BYD.
También General Motors supera a esta última, con 1,88 millones de transacciones, una cifra muy similar a la del curso pasado (+0,21%), rompiendo con la racha a la baja de 2024.
La mencionada BYD desciende dos puestos tras perder un 15,73% de las adquisiciones respecto al mismo periodo de 2025 y quedándose en 1,81 millones de compras.
El resto de las de la República Popular con más operaciones fueron Geely, con 1,42 millones (+0,99%), Chery, con 1,36 millones (+7,73%) y Changan, con 1,19 millones (-11,76%).
Las premium bajan ventas
El mercado de las premium sigue manteniendo a sus marcas tradicionales en cabeza, aunque todas ellas sufrieron caídas en sus matriculaciones. BMW continuó en cabeza, con un total de 1,15 millones, equivalente a un 4,19% en números rojos.
A gran distancia queda Mercedes-Benz, que tras una bajada del 22,21% (la más pronunciada dentro del podio de este segmento) no llega al millón y queda en 837.200 vehículos.
Finalmente, 727.200 clientes se decidieron por un Audi, 8,41% menos que el mismo periodo de 2025.
in La Tribuna de Automoción, por Celia Moro 05-08-2026

Tiago Matias, Chief Sales Officer da INDASA, explica as razões que levam a empresa a marcar presença na Automechanika Frankfurt 2026, revela as principais novidades que serão apresentadas durante o certame e partilha as expectativas da marca para aquele que continua a ser o maior palco europeu do aftermarket automóvel.
Que razões levaram a vossa empresa a apostar na presença na Automechanika Frankfurt 2026?
A Automechanika Frankfurt continua a ser a principal plataforma europeia para a indústria automóvel e, em particular, para o setor da repintura. Para a INDASA, esta feira representa uma oportunidade única para reforçar a proximidade com clientes, distribuidores e parceiros de todo o mundo, apresentar a nossa visão para o futuro do mercado e partilhar soluções que respondem aos desafios atuais das oficinas. Além disso, a nossa presença na Automechanika está totalmente alinhada com a estratégia de crescimento internacional da INDASA e com o compromisso contínuo de apoiar os profissionais da repintura na melhoria dos seus resultados operacionais e financeiros.
Vão apresentar alguma novidade durante o evento? Que produtos, soluções e/ou serviços vão estar em destaque no vosso stand?
Sim. A Automechanika Frankfurt 2026 será um momento importante para a INDASA, não apenas pela apresentação de várias novidades que temos vindo a desenvolver nos últimos tempos, mas também pelo destaque que vamos dar ao nosso programa Process to Profit. Este programa materializa a nossa abordagem consultiva junto das oficinas, focando-se na otimização de processos, na redução de desperdícios, no aumento da produtividade e na melhoria da rentabilidade. Mais do que fornecer produtos de elevada qualidade, a INDASA procura ajudar os seus clientes a identificar oportunidades de melhoria ao longo de todo o processo de reparação. Paralelamente, iremos revelar algumas inovações que reforçam o nosso compromisso com a eficiência, o desempenho e a sustentabilidade, permitindo aos visitantes conhecer em primeira mão as soluções que irão marcar os próximos desenvolvimentos da marca.
Quais são as vossas expectativas em relação à participação na feira e à realização desta edição da Automechanika Frankfurt?
As nossas expectativas são muito positivas. Esperamos que a Automechanika Frankfurt 2026 continue a afirmar-se como um importante ponto de encontro europeu do aftermarket automóvel, promovendo a troca de conhecimento, a criação de novas oportunidades de negócio e o fortalecimento das relações existentes. Para a INDASA, será uma oportunidade para consolidar a notoriedade da marca, apresentar a evolução da nossa proposta de valor e aprofundar o diálogo com profissionais que procuram melhorar a eficiência e a competitividade das suas operações.
Está prevista a realização de alguma iniciativa paralela, como reuniões, demonstrações, apresentações ou outras ações?
Sim. Ao longo da feira contamos reencontramo-nos com distribuidores e parceiros internacionais, bem como realizar demonstrações técnicas e apresentações relacionadas com as soluções e metodologias integradas no programa Process to Profit. Além disso, iremos também organizar um evento privado dedicado aos nossos clientes, proporcionando um ambiente mais próximo para partilha de experiências, networking e apresentação de algumas das novidades estratégicas que preparamos para esta edição da Automechanika.
Qual será a área total do vosso stand?
A INDASA estará presente na mesma localização que ocupou na edição de 2024, num espaço com mais de 70 m², concebido para proporcionar uma experiência dinâmica e interativa aos visitantes. O stand refletirá o tema central da nossa participação, Process to Profit, permitindo demonstrar de forma prática como as nossas soluções contribuem para processos mais eficientes e rentáveis nas oficinas de repintura.
in Revista Pós-Venda, por Nádia Conceição, 04-080-2026

A seca que atinge a Roménia obrigou a Ford e a Dacia a suspender a produção até 19 de agosto, por falta de energia.
O calor extremo que continua a atingir a Europa já chegou às linhas de produção automóvel. Na Roménia, a descida do caudal do rio Danúbio obrigou ao desligamento de um reator nuclear por falta de água para arrefecimento, reduzindo a produção de eletricidade e levando à paragem das fábricas da Ford e da Dacia.
Em Craiova, a cerca de 230 km de Bucareste, o construtor norte-americano vai interromper a produção do Puma, e das carrinhas comerciais Transit Courier e Transit Tourneo Courier. Já em Pitești, a norte da capital, a Dacia vai parar a produção dos Duster e Bigster.
A Ford esclareceu que parte desta interrupção coincide com as férias de verão já previstas no calendário da fábrica. Ainda assim, a paragem acontece num momento de forte pressão sobre o sistema elétrico romeno. Entretanto, O primeiro-ministro da Roménia, Ilie Bolojan, confirmou que as duas fábricas estarão paradas até 19 de agosto.
Um problema de água, não só de energia
A origem da interrupção está na descida acentuada do nível das águas do Danúbio, consequência da vaga de calor que afeta a Europa Central. Com menos água disponível para o arrefecimento, a empresa estatal Nuclearelectrica, responsável por cerca de um quinto da eletricidade consumida na Roménia, foi obrigada a desligar um dos seus dois reatores.
O problema não se limita à Roménia. Também o Reno regista níveis de água excecionalmente baixos. Em Kaub, na Alemanha, a profundidade do rio desceu para apenas 25 centímetros, igualando o mínimo histórico registado durante a seca de 2018.
in Razão Automóvel, por Mariana Teles, 04-08-2026

Soluções para o assento automóvel do BEN, com apenas 2,5 metros de comprimento, estão a ser desenvolvidas no CeNTI, em Famalicão, em conjunto com o CEiiA, Simoldes, TMG, Citeve e Nova de Lisboa.
O primeiro carro elétrico fabricado em Portugal vai ter bancos com sistemas de aquecimento têxteis incorporados e encostos de cabeça com sistemas de som de alta qualidade e decoração luminosa. O BEN é uma das principais concretizações da agenda mobilizadora Be.Neutral do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
As soluções para o assento automóvel deste veículo pequeno e acessível, com apenas 2,5 metros de comprimento, estão a ser desenvolvidas no CeNTI – Centro para a Nanotecnologia e Materiais Avançados, em Vila Nova de Famalicão, em conjunto com o CEiiA, a Simoldes, a TMG, o Citeve e a Universidade Nova.
Uma das principais novidades é o desenvolvimento de um altifalante ultrafino que, em vez de estar localizado no tabliê ou nas portas, está incorporado no encosto de cabeça do banco automóvel. Visando um maior conforto acústico e uma experiência sonora personalizada, já foi premiado na Alemanha, num dos principais eventos internacionais da área da eletrónica impressa (LOPEC).
“Esta abordagem permitiu explorar uma solução inovadora, sem interferir com as funcionalidades já integradas na estrutura têxtil do banco. No fundo, esta solução foi idealizada como um add-on ao veículo, permitindo uma integração mais simples e menos intrusiva. Paralelamente, contribui para conceitos de leveza, integração funcional e personalização da experiência do utilizador”, refere Marta Midão, investigadora do CeNTI.
Em comunicado, o centro minhoto explica que o sistema de áudio pode ser controlado através de um dispositivo móvel, funcionando de forma semelhante aos sistemas de som convencionais, permitindo reproduzir as funcionalidades habitualmente associadas aos sistemas de áudio automóvel, como reprodução de música, chamadas telefónicas, navegação GPS e avisos e notificações do veículo.
Por outro lado, os investigadores desenvolveram igualmente sistemas de aquecimento têxteis integrados nos assentos e encostos dos bancos, para aumentar o conforto térmico dos ocupantes, incorporando eletrónica e tecnologias de hardware e firmware. Em paralelo, para “proporcionar novos efeitos visuais”, estão a ser utilizadas fibras fosforescentes como aplicação decorativa, integradas no encosto de cabeça e no encosto do banco.
“Na prática, foi desenvolvido um conjunto diversificado de soluções tecnológicas para o banco automóvel, integrando funcionalidades avançadas ao nível dos materiais, sensorização, atuação e experiência do utilizador. O objetivo é que estas soluções contribuam para uma nova geração de interiores automóveis mais leves, sustentáveis, tecnológicos e centrados no utilizador, permitindo uma experiência a bordo mais inteligente e diferenciadora”, sublinha Marta Midão.
Resultado de uma agenda do PRR liderada pela Nos e que envolve 40 parceiros, entre os quais o CEiiA e várias cidades do Norte de Portugal, o BEN já tem luz verde para circular em toda a Europa. Deverá ser vendido a um preço a partir de oito mil euros e a expectativa é que em 2030 estejam a ser produzidos 20 mil unidades por ano.
Como o ECO noticiou no início deste ano, o BEN vai ser vendido em lotes no mínimo de dez unidades a condomínios, empresas e operadores. Só numa segunda fase vai ser possível comprar em stands este pequeno carro concebido numa lógica de transporte partilhado.
Fundado em 2006 e atualmente com uma equipa de mais de 200 investigadores, o CeNTI foi o primeiro centro de investigação em Portugal dedicado à nanotecnologia para aplicação na indústria e resulta de uma parceria entre o Citeve – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal, o CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro, e as Universidades do Minho, Porto e Aveiro, à qual se juntou o CEiiA e o BIKiNNOV – Bike Value Innovation Center.
Reclamando uma forte ligação ao tecido empresarial, o CeNTI contabiliza já ter participado em mais de 600 projetos colaborativos e científicos e desenvolvido mais de 350 projetos sob contrato com a indústria. Possui ainda um portefólio com mais de 100 pedidos de patente ativos, dos quais mais de 75 patentes encontram-se concedidas.
in ECO, por António Larguesa, 04-08-2026

Até começar a produção do novo modelo elétrico, a Autoeuropa deverá continuar a produzir apenas o T-Roc.
A fábrica da Autoeuropa está a ser alvo de uma remodelação na linha de montagem e no setor de pintura e só retoma a produção a 24 de agosto, revelou à Lusa fonte oficial da empresa.
“Houve uma paragem, em férias, de 1 a 11 de junho, a que se seguiu uma outra, de 14 a 21 de julho, em ‘lay-off’, além de um segundo período de férias, de 25 de julho a 16 de agosto. Está ainda prevista mais uma paragem de uma semana, em ‘lay-off’, de 17 a 23 de agosto”, disse o responsável da Autoeuropa.A fábrica da Autoeuropa está a ser alvo de uma remodelação na linha de montagem e no setor de pintura e só retoma a produção a 24 de agosto, revelou à Lusa fonte oficial da empresa.
“Houve uma paragem, em férias, de 1 a 11 de junho, a que se seguiu uma outra, de 14 a 21 de julho, em ‘lay-off’, além de um segundo período de férias, de 25 de julho a 16 de agosto. Está ainda prevista mais uma paragem de uma semana, em ‘lay-off’, de 17 a 23 de agosto”, disse o responsável da Autoeuropa.
“O recurso ao ‘lay-off’ [suspensão temporária dos contratos de trabalho por iniciativa das empresas] justifica-se porque a paragem de produção era indispensável para permitir o crescimento e a modernização da fábrica. Além disso, durante os períodos de ‘lay-off’ os trabalhadores são pagos a 100%, conforme previsto no acordo laboral celebrado no passado mês de fevereiro”, acrescentou.
De acordo com a empresa, a remodelação que está em curso na fábrica de Palmela, entre outros objetivos, visa preparar aquela unidade industrial do grupo Volkswagen para a produção do novo modelo elétrico ID.Every1, que só deverá ter início no final do próximo ano de 2027.
Até começar a produção do novo modelo elétrico, a Autoeuropa deverá continuar a produzir apenas o T-Roc, que tem sido um dos carros mais vendidos do grupo Volkswagen.
No início do ano, os trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa aprovaram um acordo laboral válido até junho de 2027, que contempla aumentos salariais com um mínimo de 100 euros e o reforço de benefícios sociais.
O acordo garantiu aos trabalhadores aumentos salariais de 2,8% a partir do passado mês de fevereiro e de mais 2,5% no próximo mês de outubro, ambos com um mínimo garantido de 50 euros.
Entre outras regalias, ficou igualmente garantida uma majoração dos prémios de objetivos de 2026 e 2027, prémios de assiduidade e a garantia de ‘lay-off’ pago a 100% do salário e do subsídio de turno, benefício de que os trabalhadores da Autoeuropa estão agora a usufruir.
Quando foi aprovado o novo acordo laboral, a 09 de fevereiro deste ano, o coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, Rogério Nogueira, considerou tratar-se de “um acordo de grande importância para os trabalhadores face à instabilidade do setor automóvel”.
in Jornal de Negócios / Lusa, 30-07-2026