O Barómetro da CIP – Confederação Empresarial de Portugal /ISEG de dezembro de 2025 confirma o dinamismo económico do final do ano e antecipa um aumento da competitividade dos bens e serviços nacionais nos próximos meses. «Há boas perspetivas de um desempenho positivo da economia portuguesa, suportada pelo registo positivo dos indicadores de atividade e pela evolução favorável dos indicadores de clima e sentimento económicos» afirma o diretor-geral da CIP, Rafael Alves Rocha. in CIP, 08-01-2026 O Barómetro de Conjuntura Económica CIP – Confederação Empresarial de Portugal /ISEG prevê que, em 2026, a economia portuguesa irá manter a trajetória das principais componentes da procura interna, perspetivando «uma recuperação da procura externa líquida suportada na recuperação das exportações e na moderação do crescimento das importações», ainda que assinale um grau relevante de incerteza no contexto internacional. Quanto ao último trimestre de 2025, o Barómetro constata, com os dados disponíveis até dezembro, que a economia nacional manteve «os sinais de dinamismo que caracterizaram o 3º trimestre, com destaque para o registo positivo da atividade nos setores da construção e obras públicas e nos setores dos serviços e do comércio a retalho». «Perspetiva-se uma trajetória de normalização da procura interna assente no reforço do investimento e no retorno do consumo privado a níveis mais moderados», sintetiza Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP. «Há boas perspetivas de um desempenho positivo da economia portuguesa, suportada pelo registo globalmente positivo dos indicadores de atividade e pela evolução favorável dos indicadores de clima e sentimento económicos». Apesar de a informação disponível referente ao 4º trimestre ser ainda incompleta, o Barómetro de Conjuntura CIP/ISEG admite como provável uma moderação do ritmo de crescimento do PIB em cadeia face ao crescimento de 0,8% registado no 3º trimestre. A combinação dessa evolução com o efeito de base do crescimento expressivo do PIB no 4º trimestre de 2024, «deverá traduzir-se num abrandamento mais significativo no ritmo de crescimento homólogo». A concretizar-se esta expectativa para o 4º trimestre de 2025, ela coincidirá com a previsão da CIP e do ISEG para o conjunto do ano passado, divulgada no início de dezembro, a qual apontava para um crescimento do PIB entre 1,8% e 1,9%. A próxima edição do barómetro CIP/ISEG avançará com a atualização da previsão para o crescimento da economia portuguesa no 4º trimestre e no conjunto de 2025, ainda antes da divulgação da estimativa preliminar do INE no final de janeiro. Aceleração registada desde agosto Por setores de atividade, os indicadores de confiança agregados registaram uma evolução positiva em todos os setores, com exceção do setor dos serviços. A evolução dos indicadores de confiança foi particularmente expressiva na indústria transformadora, tendo beneficiado principalmente da apreciação das perspetivas de produção a curto-prazo e da procura no momento atual. No setor dos serviços, o indicador de confiança agregado reforçou a tendência de forte moderação que se observa desde agosto, apresentando um perfil de elevada volatilidade desde o 3º trimestre de 2024. A evolução do «Indicador de Tendência de Atividade Global CIP/ISEG» reflete uma aceleração da atividade económica em outubro, mantendo a tendência registada desde agosto e atingindo o valor máximo dos últimos 26 meses. A evolução positiva do indicador CIP/ISEG beneficiou do crescimento do volume de negócios nos serviços, o que se saldou no reforço expressivo do respetivo contributo. No entanto, à semelhança do que sucedeu nos dois meses anteriores, o crescimento das vendas de cimento foi responsável pelo contributo mais expressivo para a evolução deste indicador. . . .
La producción de Volkswagen Navarra cayó un 18% en 2025
La fábrica de Volkswagen de Pamplona rebaja su producción en 2025 hasta 225.225 coches por las obras para empezar a ensamblar modelos eléctricos in Coche Global, por Toni Fuentes, 08-01-2026 La fábrica de Volkswagen en Landaben (Pamplona) cerró 2025 con una producción de 225.225 vehículos, lo que supone una caída del 18% respecto a los 274.688 coches ensamblados en 2024. El descenso se explica principalmente por la reducción de la capacidad productiva derivada de las obras que se están llevando a cabo en la planta para adaptarla al futuro ensamblaje de modelos eléctricos. Pese a esta bajada, Volkswagen Navarra mantuvo una posición destacada dentro del grupo. La factoría fue la quinta planta de mayor volumen de producción de la marca Volkswagen a nivel mundial, entre las dieciséis fábricas de turismos y vehículos comerciales (excluidos camiones y autobuses), solo por detrás de Wolfsburg (Alemania), Bratislava (Eslovaquia), Puebla (México) y Palmela (Portugal). La producción de Pamplona representó el 7,5% del total de vehículos fabricados por la marca Volkswagen en el mundo. Si se amplía la comparativa a todas las plantas de producción de vehículos del Consorcio Volkswagen, incluidas las de China y todas las marcas del grupo, la factoría navarra se situó en el puesto decimocuarto de un total de 49 fábricas, con un 2,6% del volumen global. Primeros eléctricos en VW Navarra La reducción de la producción está directamente relacionada con la transformación industrial de la planta. Volkswagen Navarra se encuentra inmersa en las obras necesarias para integrar la fabricación de dos nuevos modelos eléctricos, el Škoda Epiq y el Volkswagen ID. Cross, que comenzarán a ensamblarse en serie en el segundo semestre de 2026 y se sumarán a los actuales T-Cross y Taigo, ambos con motorizaciones de combustión. Volkswagen Navarra aplicó en 2025 un ERTE de un máximo de 65,5 días para ajustar la plantilla a la reducción de producción por las obras de electrificación de la cadena de montaje. La dirección de la planta confía en que, una vez finalizadas las obras y puesta en marcha la producción de vehículos eléctricos, Volkswagen Navarra recupere volumen y refuerce su papel estratégico dentro del grupo en la nueva etapa de la movilidad eléctrica. En 2025, la planta produjo 133.838 unidades del T-Cross y 91.186 del Taigo, además de 201 vehículos de preserie correspondientes a los futuros modelos eléctricos. En cuanto a motorizaciones, el 72,76% de los vehículos fabricados montó el motor 1.0 litros de 85 kW, seguido del 1.0 de 70 kW (17,80%) y del 1.5 de 110 kW (9,44%). El 66,8% de los clientes optó por el cambio automático DSG, una proporción superior a la del año anterior (63%). Los colores más utilizados en la línea de pintura fueron el gris ceniza (19,6%) y el negro profundo (18,2%). Además, el 12,2% de los vehículos se destinó a mercados con conducción por la izquierda, con el volante a la derecha. Los coches producidos en Pamplona se exportaron a 38 países, siendo Alemania el principal destino (18,9%), seguida de Turquía (15,1%), Italia (11,5%), España (11,3%) y Francia (8,1%).
Top 5 Global Robotics Trends 2026
The global market value of industrial robot installations has reached an all-time high of US$ 16.7 billion. Future demand will be driven by a number of technological innovations, market forces and new fields of business. The International Federation of Robotics reports on the top 5 trends for the robotics industry for 2026. in International Federation of Robotics, 08-01-2026 1 – AI & Autonomy in Robotics Robots that use artificial intelligence to work independently are becoming more common. Main benefit of AI in this context is the increased autonomy of robots empowered by AI. Different types of AI drive this trend: Analytical AI helps to process large datasets, detect patterns, and provides actionable insights. This enables them to autonomously anticipate failures before they occur in smart factories or path planning and resource allocation in logistics for example. Generative AI, on the other hand, marks a shift from rule-based automation to intelligent, self-evolving systems. GenAI creates new outputs and enables robots to learn new tasks autonomously and generate training data through simulation. This also allows a new kind of human–robot interaction with natural language and vision-based commands. A key trend to further develop autonomy in robotics is Agentic AI. This technology combines analytical AI for structured decision-making, and generative AI for adaptability. The hybrid approach aims to make modern robotics capable of working independently in complex, real-world environments. 2 – Robots gain versatility as IT meets OT Demand for versatile robots is accelerating. This directly reflects a market push toward a convergence of Information Technology (IT) and Operational Technology (OT). The merge of IT’s data-processing power and OT’s physical control capabilities enhance robotics versatility through real-time data exchange, automation, and advanced analytics. This integration is a foundational element of the digital enterprise and Industry 4.0. The IT/OT convergence breaks down these silos, creating a seamless flow of data between the digital and physical worlds, which significantly enhances the capabilities and versatility of robotics. 3 – Humanoids to prove reliability and efficiency The field of humanoid robotics is expanding rapidly. Humanoid robots for industrial use are seen as a promising technology where flexibility is required, typically in environments designed for humans. Pioneered by the automotive industry, applications in warehousing and manufacturing are coming into focus worldwide. Today, companies and researchers are moving beyond prototypes to deploy humanoids in real life. Reliability and efficiency are key to success: In competing with traditional automation, humanoid robots need to match high industrial requirements towards cycle times, energy consumption and maintenance costs. Industry standards also define safety levels, durability criteria and consistent performance of humanoid robots needed on the factory floor. Humanoids intended to fill labor gaps need to achieve human-level dexterity and productivity, key measures to prove real world efficiency. 4 – Safety and Security in Robotics As robots increasingly operate alongside humans in factories and service settings, ensuring they operate safely is not just important, it’s essential for the robotics industry. The AI-driven autonomy fundamentally changes the safety landscape, which makes testing, validation, and human oversight much more complex—but also more necessary. This becomes particularly clear in the intended use of humanoid robots. Robotic systems need to be designed and certified in line with ISO safety standards and clearly defined liability frameworks. In the context of AI in robotics and the convergence of IT and OT, a spectrum of safety and security concerns arise that demand robust governance and clear assignment of liability. The rapid expansion of robotics systems into cloud-connected and AI-driven environments is exposing industrial production to a growing array of cybersecurity threats. Experts cite a rise in hacking attempts targeting robot controllers and cloud platforms, enabling unauthorized access and potential system manipulation. As robots become more integrated into workplaces, concerns are mounting over the sensitive data they collect — including video, audio, and sensor streams. Deep learning models which are often described as ‘black boxes’ can produce results that are difficult or impossible to explain, even to their own developers. The legal and ethical ambiguity surrounding liability has prompted calls for clear frameworks to govern AI deployment. 5 – Robots as allies in tackling labor gaps Employers around the world are struggling to find people with the specialized skills required. These unfilled jobs leave existing staff covering extra shifts, with rising stress and fatigue across all sectors. A key strategy for addressing this issue is to adopt robotics and automation. In this transformation process, employers benefit from taking their human workforce on board. The close cooperation with employees in implementing robots plays a crucial role to ensure acceptance – both in industrial manufacturing settings as well as in the manifold service applications. The benefits that robots deliver, such as tackling labor shortages, taking away routine tasks or opening up new career opportunities, mean that they will be accepted as allies in the workplace. At the same time, robots are a way to make a workplace much more attractive to young people. Companies and governments are pushing skilling and upskilling programs to help workers keeping up with changing skills demand and competing in an automation-driven economy.
IA no automóvel: Bosch apresenta inovações para o habitáculo na CES 2026 em Las Vegas
Em colaboração com a Microsoft e NVIDIA. Markus Heyn, membro do conselho de administração da Bosch: “O posto de condução impulsionado por inteligência artificial da Bosch torna a condução mais cómoda, intuitiva e segura para todos os ocupantes.” A Bosch acelera o avanço da IA no automóvel em parceria com a Microsoft e a NVIDIA A nova “plataforma de extensão IA” da Bosch expande de forma rápida e simples os sistemas de cockpit atuais com funções de inteligência artificial. A Bosch prevê atingir vendas superiores a dois mil milhões de euros em soluções de infoentretenimento para veículos até 2030. in Bosch, 07-010-2026 A indústria automóvel está a passar por uma transformação fundamental, na qual o software — e especialmente a inteligência artificial (IA) — se está a tornar um componente chave da futura experiência de condução e do habitáculo do veículo. A Bosch é pioneira neste campo e está a dar um passo decisivo para incorporar a IA nos veículos, transformando o cockpit num companheiro inteligente e proativo. Numa das feiras de eletrónica mais importantes do mundo, a CES® 2026 em Las Vegas (EUA), a Bosch apresenta a sua nova plataforma de extensão de IA, uma unidade de computação de alto desempenho que torna realidade um habitáculo impulsionado por IA. “A nova plataforma de extensão de IA permite atualizar rápida e facilmente os sistemas de cockpit existentes com funções avançadas de inteligência artificial. Isto torna a experiência de condução mais cómoda, intuitiva e segura para todos os ocupantes do veículo”, afirma Markus Heyn, membro do conselho de administração da Bosch e presidente da Bosch Mobility. Com o novo cockpit com IA da Bosch, o veículo deixa de ser um simples meio de transporte e torna-se um companheiro inteligente e capaz de autoaprendizagem, que compreende as rotinas, preferências e o contexto do condutor. Entre as suas características incluem-se um assistente de voz com inteligência artificial que antecipa as necessidades, uma compreensão completa do interior do veículo, navegação precisa e amplas opções de entretenimento. Por exemplo, uma simples frase como “Estou com frio” pode desencadear múltiplas ações coordenadas, como ativar o aquecimento dos bancos e ajustar simultaneamente a temperatura do habitáculo. Dois mil milhões de euros em vendas até ao final da década “O novo cockpit da Bosch impulsionado por IA permite tanto aos condutores como aos fabricantes de veículos tirar o máximo partido das capacidades do software automóvel moderno. Graças à ‘plataforma de extensão de IA’, no futuro será possível implementar novas funcionalidades no veículo de forma muito mais rápida”, afirma Heyn. A Bosch identifica um mercado em crescimento para este tipo de cockpits. Neste contexto, diversos institutos de investigação de mercado, incluindo a Grand View Research* e a MarketsandMarkets*, preveem que o mercado de soluções de infotainment em veículos baseadas em IA (IVI) alcance um volume aproximado de 17 mil milhões de euros em 2030. A Bosch pretende participar ativamente neste mercado. A empresa prevê atingir vendas superiores a 2mil milhões de euros com este tipo de soluções IVI até ao final da próxima década e ambiciona posicionar-se entre os três principais fornecedores do setor. IA avançada para os veículos de hoje Uma aplicação chave da IA é transformar o tempo improdutivo no carro em tempo de trabalho produtivo. Em parceria com a Microsoft, a Bosch está a transformar o automóvel num escritório móvel sem comprometer a segurança do condutor. Ao integrar o Microsoft Foundry, bem como funcionalidades especializadas para o habitáculo, esta solução proporciona um acesso fluido à suite de produtividade Microsoft 365. Desta forma, as aplicações do Microsoft 365 podem ligar-se de forma inteligente a outros domínios do veículo para priorizar a segurança e minimizar distrações. Por exemplo, um condutor pode utilizar um comando de voz para participar numa chamada do Microsoft Teams, o que faz com que o sistema ative de forma proativa o cruise control adaptativo. Esta interação fluida entre domínios ajuda a criar uma viagem produtiva e segura, representando um valor significativo para os condutores que utilizam o veículo diariamente ou realizam viagens de negócios por estrada. A nova “plataforma de extensão de IA” da Bosch permite atualizar rápida e facilmente os veículos atuais sem necessidade de modificar o hardware ou a arquitetura de sistema existentes. Essencialmente, a plataforma aproveita o potente sistema em chip NVIDIA DRIVE AGX Orin (SoC), que constitui a base das complexas aplicações de IA no habitáculo. Baseia-se na plataforma NVIDIA CUDA, padrão do setor, permitindo aos fabricantes de automóveis integrar facilmente os seus próprios modelos e agentes de inteligência artificial. Com uma potência de cálculo adicional entre 150 e 200 tera operações por segundo (TOPS), esta unidade compacta liga-se através de interfaces simples de alimentação e Ethernet, sendo compatível com opções flexíveis de refrigeração ativa por ar ou líquido. Para acelerar o desenvolvimento e a implementação de funções complexas de IA, a Bosch utiliza também as suites de software da NVIDIA, incluindo o framework NVIDIA NeMo, para gerir todo o ciclo de vida da IA. Isto permite uma integração perfeita de aplicações avançadas no habitáculo, como o processamento de sensores em tempo real e os modelos de linguagem visual (VLM). Além disso, as capacidades básicas de raciocínio e voz, impulsionadas pelos modelos NVIDIA Nemotron, proporcionam compreensão contextual, raciocínio em múltiplos passos e interações naturais e conversacionais com o utilizador. Adicionalmente, utilizando o Microsoft Foundry, a Bosch desenha e gere a IA do veículo, garantindo uma experiência de assistente de IA escalável e sempre atualizada no cockpit. A Bosch apresenta pela primeira vez o cockpit com IA e a “plataforma de extensão de IA” na CES® 2026 em Las Vegas. *Grand View Research e MarketsandMarkets
Seat suaviza el descenso de producción en Martorell por las obras de electrificación
La fábrica de Seat de Martorell cerró 2025 con 470.347 coches, un 2,2% menos, por las obras en una de las tres líneas para producir eléctricos in Coche Global, por Toni Fuentes, 07-01-2026 La fábrica de Seat en Martorell cerró 2025 con una producción de 470.347 vehículos, lo que supone un descenso del 2,2 % respecto a 2024, cuando se ensamblaron 481.020 unidades. Con este resultado, la producción final acabó por debajo de las últimas previsiones pero amortiguando los efectos de las obras de electrificación en una de las tres líneas de montaje. Según datos facilitados por la compañía, la ligera caída se produjo en un ejercicio marcado por la transformación industrial de la planta, que se prepara para fabricar sus primeros modelos 100 % eléctricos en 2026. La adaptación de una de las líneas para este objetivo dejó inactiva parte de la capacidad productiva, aunque el impacto fue menor de lo previsto gracias al refuerzo del rendimiento en las otras dos líneas, que absorbieron toda la producción. Segunda fábrica española con más producción En conjunto, Seat y Cupra produjeron 584.693 vehículos en 2025, una cifra prácticamente idéntica a la del año anterior (+0,25 %) debido a que parte de la producción de modelos de Seat y Cupra se reparte entre fábricas del grupo Volkswagen en países como Alemania, Hungría, Chequia o China. La compañía había previsto inicialmente una producción cercana a los 460.000 vehículos en Martorell, que posteriormente se elevó a 478.000 pero que finalmente quedó en esa cifra intermedia de 470.347, dejando la reducción interanual en apenas 11.000 coches. Seat solo ha superado en contadas ocasiones la barrera de los 500.000 vehículos anuales en Martorell: en 2019 fabricó 500.005 unidades y el récord histórico se remonta al año 2000, con 516.646 coches. Desde hace unos años, la planta de Seat ocupa la segunda posicion en el ranking de fábricas españolas con más producción de vehículos, que encabeza la planta de Stellantis de Vigo con más de 500.000 unidades entre turismos y furgonetas pequeñas. Arranque del Cupra Raval y el VW ID. Polo El ejercicio 2026 marcará un punto de inflexión para la planta catalana. Las previsiones actuales sitúan la producción en torno a las 488.000 unidades, una mejora respecto a 2025 gracias a la finalización de las obras y al arranque de los nuevos modelos eléctricos. Martorell comenzará en marzo la producción en serie del Cupra Raval, el primer eléctrico que saldrá de sus líneas, seguido meses después por el Volkswagen ID.Polo. Ambos modelos se fabricarán en la línea 1, mientras que la línea 2 continuará produciendo el Cupra Formentor, el Cupra León y el Seat León, y la línea 3 el Seat Arona, el Seat Ibiza y el Audi A1. Seat ha depositado grandes expectativas en el Cupra Raval, un eléctrico urbano de cuatro metros, con orientación deportiva y dos opciones de batería, que será el primer modelo de la nueva gama de eléctricos urbanos del grupo Volkswagen y se venderá a partir de 26.000 euros. Rentabilidad bajo presión Pese a la estabilidad productiva, la rentabilidad de Seat se ha visto penalizada en 2025 por diversos factores, entre ellos los aranceles de la Unión Europea al Cupra Tavascan, que alcanzan el 30,7 %. A la espera de conocer los resultados del último trimestre, la compañía cerró los tres primeros trimestres del año con un beneficio operativo de 16 millones de euros, un 96 % menos que en el mismo periodo de 2024. Con la inauguración de la nueva planta de ensamblaje de baterías en el complejo de Martorell y el inicio de la producción eléctrica en el primer semestre de 2026, Seat confía en consolidar la transición industrial y recuperar impulso tanto en volumen como en rentabilidad.
O Plano de Avisos 2026 do Portugal 2030 prevê 220 oportunidades de financiamento
Foi aprovada a atualização do Plano Anual de Avisos para que possa planear os seus investimentos em projetos! Cerca de 3,9 mil M€ vão ser lançados a concurso nos próximos 12 meses. A Comissão Interministerial do Portugal 2030 aprovou a atualização do Plano Anual de Avisos, através da Deliberação CIC n.º 1/2026/PL. O Plano Anual de Avisos do Portugal 2030 e do FAMI – Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração, permite conhecer quais os próximos avisos que serão lançados, sendo, assim, possível planear atividades e investimentos, reforçando a transparência e previsibilidade na abertura de concursos e convites para candidaturas a fundos europeus. PERTO DE 3,9 MIL M€ DE FUNDOS EUROPEUS PARA APOIAR PROJETOS Entre janeiro e dezembro de 2026, está prevista a publicação de 220 Avisos de concurso, mobilizando cerca de 3,9 mil milhões de euros, distribuídos pelas várias regiões do país, nas áreas sociais, da economia, do ambiente, do mar e do território. Os Programas com maior dotação são o Compete 2030 (cerca de 1,3 mil milhões de euros), o Pessoas 2030 (com quase 1,1 mil milhões) e o Sustentável 2030 (com mais de 920 milhões de euros). Os concursos vão abarcar projetos em diversas áreas, como inovação produtiva, investigação na área digital e biotecnologia, infraestruturas e equipamentos tecnológicos, descarbonização, eficiência energética na habitação social, mobilidade sustentável e gestão da água e conservação de recursos hídricos. PLANEIE OS SEUS INVESTIMENTOS! O Plano Anual de Avisos constitui um relevante instrumento de planeamento para todos os atores do ecossistema dos fundos. Assume particular relevância para os beneficiários pela perspetiva que fornece a médio prazo sobre oportunidades de financiamento, num modelo que valoriza transparência. O Plano Anual de Avisos é atualizado todos os quadrimestres, sendo, em cada um, publicada uma versão atualizada do Plano para os 12 meses subsequentes, com maior detalhe de informação para o 1º quadrimestre de cada atualização. Na página do Plano Anual de Avisos poderá encontrar informação sobre todos estes avisos e saber quando serão lançados, quem se pode candidatar e quais as ações elegíveis em cada um. . . .
CES 2026: a Bosch está a moldar o futuro da mobilidade, da indústria e da tecnologia no dia a dia
Simbiose entre software e hardware impulsiona o progresso Tanja Rueckert: “A nossa experiência permite-nos ligar o físico e o digital.” Paul Thomas: “O profundo conhecimento da Bosch em software e hardware é a base do nosso sucesso.” Previsão de vendas: a Bosch prevê que as vendas de software e serviços ultrapassem os 6.000 milhões de euros, dos quais cerca de dois terços correspondem ao negócio da área empresarial Mobility. Mobilidade inteligente e personalizada: o software da Bosch acrescenta novas funcionalidades a alguns automóveis, mesmo depois de saírem do concessionário. Colaboração: a Bosch prepara as fábricas para o futuro em conjunto com a Microsoft e com o auxílio da IA agêntica. in Bosch, 06-01-2025 Num mundo cada vez mais digital, o software é o motor invisível do progresso. Define a nossa forma de comunicar, de trabalhar, de utilizar os dispositivos no dia a dia e de produzir bens. Mas só quando se funde perfeitamente com o mundo físico do hardware é que revela todo o seu potencial. Na CES® 2026, a Bosch mostra como o software e o hardware podem trabalhar em conjunto para abrir caminho a um futuro mais inteligente. “Os nossos anos de experiência em hardware e software permitem-nos ligar o físico e o digital”, afirma Tanja Rueckert, membro do conselho de administração da Bosch, na feira de eletrónica de Las Vegas. “Ao integrar hardware e software, podemos criar produtos e soluções inteligentes centrados nas pessoas, ou seja, que sejam ‘inovação para a tua vida’”, acrescenta. “A Bosch sente-se confortável em ambos os mundos e desenvolvemos nós próprios a experiência necessária para isso. Essa é a base do nosso sucesso”, completa Paul Thomas, presidente da Bosch na América do Norte. Para princípios da próxima década, a Bosch espera gerar vendas superiores a 6 mil milhões de euros em software e serviços, grande parte dos quais baseados em inteligência artificial (IA). Prevê-se que cerca de dois terços destes rendimentos provenham da área empresarial Mobility. A empresa espera que as suas vendas de software, tecnologia de sensores, computadores de alto desempenho e componentes de rede dupliquem até meados da década de 2030, ultrapassando os 10 mil milhões de euros. A Bosch continua a marcar o ritmo na aplicação e no desenvolvimento da IA. Até ao final de 2027, a empresa tecnológica terá investido mais de 2,5 mil milhões de euros neste campo. Inovações de IA aplicadas ao habitáculo do automóvel A IA desempenha um papel crucial nos veículos do futuro. A Bosch já utiliza a inteligência artificial para melhorar a segurança e o conforto ao volante. Na CES® 2026, em Las Vegas, a Bosch apresenta o seu novo cockpit baseado em IA. Trata-se de um sistema integral que permite personalizar ao máximo o ambiente do veículo. O cockpit está equipado com um modelo de linguagem de IA que permite comunicar como se fosse uma pessoa real. Conta também com um modelo de linguagem visual capaz de interpretar o que acontece tanto dentro como fora do automóvel. Com base nisso, o sistema pode, por exemplo, procurar automaticamente um lugar de estacionamento ao chegar ao destino ou criar atas para reuniões online. Ao mesmo tempo, a Bosch está a consolidar-se como fornecedora líder de sistemas by-wire, outra tecnologia-chave para a condução automatizada e definida por software. Estes sistemas substituem as ligações mecânicas dos travões e da direção por sinais elétricos, abrindo novas possibilidades em termos de design, segurança e controlo por software. Com as tecnologias brake-by-wire e steer-by-wire, a Bosch espera atingir receitas acumuladas de vendas superiores a 7 mil milhões de euros até 2032. A dinâmica do mercado desta tecnologia-chave continuará a acelerar na década de 2030. Reduzir o enjoo graças ao software inteligente da Bosch O software Vehicle Motion Management da Bosch permite controlar o movimento do veículo nos seis graus de liberdade através do controlo centralizado dos travões, da direção, do sistema de propulsão e do chassis. Isto significa que os atuadores individuais podem ser coordenados e utilizados de forma mais eficiente. No futuro, serão mesmo ajustados às necessidades do condutor. Desta forma, a gestão do movimento do veículo pode reduzir consideravelmente os movimentos de oscilação em curva ou os movimentos de inclinação no tráfego com paragens e arranques frequentes, com o objetivo de prevenir o enjoo, representando um passo importante no caminho para a condução autónoma. Neste sentido, a Bosch apresenta uma tecnologia revolucionária que combina tecnologia de sensores e inteligência artificial com o seu novo Radar Gen 7 Premium, que tem a sua estreia mundial na CES de Las Vegas. O sensor de radar melhora as funções de assistência à condução, como o “Piloto de Autoestrada” (Freeway Pilot). Graças à sua configuração especial de antena, permite uma precisão angular máxima e um alcance muito longo. Por exemplo, o sensor deteta objetos muito pequenos, como paletes e pneus, a uma distância superior a 200 metros. Isto permite-lhe identificar com precisão cargas perdidas ou outros utilizadores da estrada, mesmo em situações de tráfego complexas, ativando assim uma manobra de condução adequada. As bicicletas elétricas são agora mais seguras do que nunca graças à experiência da Bosch em hardware e software: a aplicação eBike Flow passa a contar com uma nova funcionalidade que permite aos utilizadores assinalar a sua bicicleta elétrica ou a respetiva bateria como roubada. Isto dificulta a revenda por parte dos ladrões, uma vez que, assim que compradores em segunda mão, distribuidores especializados ou as autoridades tentem ligar-se à bicicleta elétrica através da aplicação eBike Flow, recebem um aviso. Sensores MEMS, os heróis anónimos da digitalização Quer se trate de dispositivos de alta tecnologia em automóveis, na indústria ou no lar, as inovações dependem de pequenos sensores. Na CES, a Bosch apresenta a sua nova plataforma de sensores MEMS BMI5 AI. Todos os sensores desenvolvidos com base nesta plataforma caracterizam-se por um elevado grau de precisão, robustez e eficiência energética. Contam também com funções de IA integradas, capazes de reconhecer movimentos, posições e até contextos. Uma das áreas onde estes novos sensores de movimento são utilizados é
Morocco confirms its industrial progress: Stellantis to produce the replacement for the Citroën C4
Stellantis has announced a major strategic change in its industrial organisation: the future replacement for the Citroën C4, currently produced at Madrid-Villaverde, will be assembled at the Kénitra plant in Morocco. This decision reflects the growing importance of the Moroccan site within the Group’s global ecosystem, and illustrates a rationale for optimising production costs while consolidating Stellantis’ offering in the popular compact SUV segments. in Eco Motors News, by, Marceau Nio,06-01-2026 Kénitra: a factory reinventing itself as a major industrial hub The Stellantis plant in Kénitra, inaugurated in 2019, reached a new milestone in July 2025 with the inauguration of its extension, in the presence of the Moroccan authorities. This major project is part of an industrial partnership initiated in 2016 between the Kingdom and Stellantis. Key figures and industrial scope The extension will double the site’s production capacity from 200,000 to 400,000 vehicles a year, bringing it to 535,000 units a year across all categories (including electric micromobility). The total investment amounts to 1.2 billion euros, a significant part of which is dedicated to developing local suppliers, thereby strengthening the national industrial base. The gradual ramp-up aims to achieve a local integration rate of 75% by 2030, a strong indicator of skills transfer and local value creation. The expansion is expected to generate more than 3,100 additional direct jobs, on top of the thousands already on site. More broadly, the expansion of Kénitra is helping to position Morocco as a competitive automotive hub on a continental and global scale, with a total annual production capacity (all sites combined) of over one million vehicles by 2030. Ryad Mezzour, Minister of Industry and Trade, who was present at the inauguration last July, had this to say about the extension of the Kénitra plant: « This is a historic day for the Kingdom. This complex is now one of the most efficient in the world, and we are proud of what is being achieved in Morocco ». From 2025 to 2026: what’s been done and what’s on the way Since its inauguration last summer, the extension has already seen a number of industrial projects implemented at the Kénitra site come to fruition: Increased production of electric micromobility. Models such as the Citroën Ami, Opel Rocks-e and Fiat Topolino are now being produced on a larger scale, with capacity almost trebling to around 70,000 units a year. Light three-wheeled electric vehicles: a new production line dedicated to these vehicles, designed by the Moroccan technical centre Stellantis (ATC), started up in July 2025, with around 65,000 units planned annually. Production of electric charging stations. The Kenitra line now includes the manufacture of charging stations, with a projected annual capacity of 204,000 units, consolidating the site’s role in the electric mobility ecosystem. Hybrid engine assembly (MHEV): a new generation of Mild Hybrid engines began to be assembled in May 2025, and Stellantis plans to add a machining phase from November 2026. What happens in 2026 and beyond Launch of new vehicles on the Smart Car platform in February 2026: this step is essential for the large-scale production of future Stellantis models, in particular the C4’s replacement, which will benefit from this modular architecture. It will be taller and bolder than the current model, 70% inspired by the OLI concept unveiled in 2022, and will compete with the Dacia Duster, which is the leader in the affordable SUV segment in Morocco and Europe. Growing production capacity: thanks to the Smart Car platform, the site will be able to produce up to 400,000 passenger cars a year, reinforcing its strategic role within the Group. Strengthening the local ecosystem: the increase in local integration should attract more automotive-related suppliers and services, creating a knock-on effect for the entire Moroccan industrial fabric. A site at the heart of the Stellantis strategy and electromobility The development of the Kénitra site is more than just an assembly plant: it is part of a global industrial strategy combining the production of alternative energy vehicles, hybrid engines, recharging solutions and electric mobility devices. The planned transfer of production of the future Citroën C4 illustrates the extent to which Morocco has become a centre of industrial attraction, capable of supporting large volumes while contributing to the Group’s competitiveness in European and African markets.
O que esperar em 2026? José Couto, Presidente da AFIA
O que esperar em 2026? Empresários, banqueiros, gestores, professores, reitores, líderes de associações e outros protagonistas dizem ao JE o que esperam que aconteça no novo ano. São sessenta reflexões sobre 2026. in O Jornal Económico, 02-01-2026 José Couto, presidente da AFIA A nossa expectativa é que a Comissão Europeia consiga operacionalizar o plano de resgate do setor automóvel e que o Governo português o aplique em Portugal. A Europa tem de encontrar caminho para gerar e aumentar a riqueza. A proteção da indústria europeia é também essencial, para poder competir com os dois mais importantes blocos comerciais, a China e os Estados Unidos. Por outro lado, e fora do âmbito industrial, espero que a Europa saiba encontrar uma posição equilibrada de apoio à Ucrânia. . .
IBEROGESTÃO / FABOR: SUSTENTABILIDADE – ScoreCard Ecovadis
A equipa da Iberogestão (IBG) colaborou ativamente com a estrutura Fabor na análise e desenvolvimento das respostas ao questionário Ecovadis, que mereceram a avaliação positiva “Committed Ecovadis”, com a pontuação geral de 62/100. Assim, relevamos o trabalho desenvolvido pela Fabor e endereçamos os melhores votos de sucessos, continuando o objetivo de entregar, a clientes e mercado, produtos e serviços de valor e com desempenho e compromisso de sustentabilidade e conforme os princípios ODS/ESG das Nações Unidas. in Iberogestão, 06-01-2026