Gigante das cablagens para automóveis está na Guarda desde 1992 e já emprega 1050 pessoas, mas vai continuar a investir na cidade mais alta do país, de onde exporta para praticamente todas as marcas de carros in Expresso, por Vítor Andrade e Rui Duarte Silva, 29-01-2026 Das duas fábricas que a Coficab tem na Guarda saem cablagens para a Ferrari, para a Mercedes, para a Volvo, para os grupos Jaguar Land Rover, Volkswagen, Renault, BMW e também Stellantis (só este gere 15 marcas automóveis). “Na verdade, temos 25% do fornecimento mundial nesta área para marcas automóveis”, explica João Cardoso, diretor não executivo da Coficab Portugal. Para muitos de nós é difícil imaginar que um carro normal de passageiros pode levar, na sua construção, 2,5 km de cablagens. Mas se estivermos a falar de um SUV familiar, um pouco maior em dimensão, a quantidade de cabos e fios pode passar a fasquia dos 5 km. Essa quilometragem aumenta consideravelmente para camiões e outro tipo de máquinas pesadas. A empresa, de origem tunisina, que tem 23 unidades industriais a nível internacional, fixou-se na Guarda, mais propriamente em Vale de Estrela, em 1993. Na altura havia um pequeno cluster automóvel na cidade, com a fábrica da Renault a liderar o sector, mas também a Delphi, entre outras de menor dimensão. A determinada altura — entre meados da década de 90 e princípio da década seguinte —, aquelas empresas começaram a fechar, deixaram milhares de pessoas no desemprego e deslocalizaram as suas atividades, regra geral para países do Norte de África. A Coficab viu-se sem clientes localmente e, segundo João Cardoso, “tivemos de os ir procurar noutras geografias”. A estratégia de diversificação de clientes não só resultou como levou a Coficab a construir uma segunda unidade industrial na Guarda, agora na Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE). No conjunto das duas unidades fabris, a Coficab emprega atualmente 1050 pessoas, ocupa as posições cimeiras das empresas exportadoras da região (vende para 65 países) e vai avançar com a construção de uma terceira fábrica na cidade mais alta do país. “Queremos verticalizar a nossa atividade e vamos passar a produzir os fios de cobre que servem de base à nossa atividade”, explica ao Expresso Youssef El Ghoul, diretor-geral da Coficab Portugal. Trata-se de um investimento de €17 milhões, que está em fase de arranque, estimando-se que a nova unidade comece a produzir em 2028. Youssef El Ghoul nota que, como vai ser uma fábrica muito automatizada, não irá necessitar de muita mão de obra, “talvez cerca de 50 pessoas no início”. Mas, admite, “não é fácil contratar pessoas na Guarda. Especialmente trabalhadores especializados”. E diz que esse é atualmente um dos problemas da cidade. João Cardoso garante que a interioridade geográfica não é um problema para esta empresa: “O problema é mesmo a dificuldade em recrutar mão de obra, sendo que 20% da nossa força de trabalho já é imigrante”, diz o diretor não executivo da empresa. Quando perguntamos a Youssef El Ghoul o porquê de uma terceira fábrica na Guarda e não noutro sítio do país, ou mesmo até em Espanha, a resposta é clara: “Para nós a localização é perfeita. É o melhor lugar em Portugal, porque temos a fronteira aqui mesmo ao lado e com excelentes acessos”, explicando ainda que Espanha não foi equacionada porque “temos aqui [na Guarda] as nossas equipas, o nosso centro de competências e o nosso conhecimento. A competição é forte em Espanha, de facto, mas a estrutura de custos é muito mais favorável em Portugal”.
“O mercado automóvel está a passar da globalização para a produção local”, diz o CEO da Volvo
Håkan Samuelsson, presidente executivo da Volvo, diz que a China está a optar cada vez mais por fabricar localmente os automóveis para consumo interno e que “o mesmo está a acontecer com os EUA”. E defende que “os carros elétricos são melhores, a única desvantagem é a dificuldade em carregá-los” in Expresso, por Vítor Andrade, 29-01-2026 Depois de ter anunciado uma mudança radical para a produção de carros totalmente elétricos a partir de 2030, a construtora sueca Volvo recuou na estratégia. Em entrevista ao Expresso, o presidente executivo da marca diz que é necessário “ser realista” e continuar a fabricar carros com motorizações híbridas enquanto os clientes o desejarem. A Volvo ainda continua focada na eletrificação total de toda a sua frota? Sim, mas isso é a longo prazo. E a questão é: quando chegaremos lá? Mas a marca tinha assumido que em 2030 abandonaria por completo carros com motores a combustão… Dissemos que seria em 2030, mas provavelmente levará um pouco mais de tempo. Teremos, com certeza, carros elétricos para todos os nossos clientes em 2030. A questão é: será que vivem em zonas onde os podem carregar? E aí temos de ser realistas. Assim sendo, decidimos que precisamos de híbridos plug-in para estes clientes. Mas diria que a maioria dos nossos carros serão elétricos em 2030. Mas não na totalidade, portanto? Não totalmente. Note-se que a Europa cresceu 25% [em vendas de carros elétricos] no ano passado. É um crescimento muito rápido, que irá continuar. E com este carro que estamos a apresentar [o Volvo EX60] diria que o processo vai acelerar. Porque agora vamos ter um carro com um preço acessível, que carrega de forma muito rápida e tem uma autonomia semelhante à de um automóvel normal com motor a combustão. Quanto ao tempo para a adoção, deixemos que sejam os clientes a decidir. Estamos prontos para 2030, mas vamos esperar para ver quando é que o último cliente vai optar por um carro elétrico ou por um híbrido. O que pensa da revogação da proibição dos carros com motor de combustão interna pela Comissão Europeia a partir de 2035? Para nós não é grande problema, pois nunca fomos pressionados para isso. Acreditamos que para a indústria automóvel é, provavelmente, bom se houver sinais [políticos] claros. E se a transição para a eletrificação for mais rápida, se criarmos um grande mercado interno na Europa para os automóveis elétricos, isso será bom para toda a indústria automóvel europeia. “Se lançarmos os carros e não houver rede de carregamento, isso será um problema para todos nós” E se aqueles sinais não forem nesse sentido? Em caso contrário estaremos a deixar o caminho aberto para os chineses, o que, mais ou menos, já acontece. Por isso não acho que seja bom para a indústria, a longo prazo, tentar manter-se na tecnologia antiga e ultrapassada. Os carros elétricos são melhores, a única desvantagem é a dificuldade em carregá-los. Mas ainda faltam dez anos até 2035, portanto é um desafio muito mais simples do que enviar um homem à Lua. Penso que seria possível e desejável instalar mais carregadores na Europa nos próximos dez anos. Acredita nisso? Sim, claro. Se a União Europeia decidisse realmente criar um programa deste tipo, seria totalmente viável. Mas se lançarmos os carros e não houver rede de carregamento, isso será um problema para todos nós. Está otimista, apesar da lentidão das decisões políticas a nível europeu? Absolutamente. Se puder carregar os carros, sim. E, claro, vamos precisar deles. Não se pode é simplesmente impor à indústria automóvel a exigência de que venda apenas carros elétricos se não houver onde os carregar. Por isso, se houver um programa semelhante para construir a infraestrutura, penso que seria claramente viável. E é uma das melhores medidas para reduzir as emissões de CO2. A Volvo tenciona aproveitar alguma da tecnologia da sua acionista chinesa Geely? Sim, até porque as nossas prioridades são mesmo não fazer concessões e apostar nos carros totalmente elétricos. Vamos ver o que poderemos fazer de forma mais inteligente em conjunto com a Geely. E o XC70 [um híbrido de autonomia alargada] é um bom exemplo do que podemos fazer. O mercado automóvel parece estar a passar da globalização para o regionalismo. Quer precisar melhor? Sim, isto está a acontecer porque a globalização, há muitos anos, transformou-se numa abordagem mais regional. E pode ver a China, por exemplo, que era realmente dominada por carros importados, especialmente no segmento premium, e agora está a tornar-se um mercado muito mais doméstico. Têm os seus próprios carros e a China também já não consegue produzir para exportação como antes, porque agora existem tarifas. E se quiser vender no mercado chinês precisa de fabricar localmente. O mesmo está a acontecer com os EUA. Qual será a vossa abordagem ao mercado norte-americano? Vamos construir o XC60 localmente, nos EUA, e também precisaremos de importar alguns produtos britânicos. Mas iremos necessitar também de um híbrido de autonomia alargada nos EUA. Neste contexto de ‘guerra tarifária’ e de passagem da globalização para a produção mais regional, a Volvo equaciona fechar alguma fábrica na Europa…? Não. … ou fazer despedimentos? Não. Mas já o está a fazer… O que se passa é que decidimos reduzir o pessoal em três mil pessoas. Onde exatamente? São funcionários administrativos, não da produção. Aliás, nessa área estamos a expandir. Estamos a construir uma nova fábrica na Eslováquia. Portanto, não estamos a fechar nenhuma fábrica, pelo contrário, estamos a construir uma nova. O Expresso viajou a convite da Volvo
Changan realiza visitas a España para estudiar implantar producción con su plan inversor de 2.000 millones
El grupo chino Changan está analizando desarrollar un proyecto de fabricación en Europa bajo una apuesta inversora en el continente de 2.000 millones de euros hasta 2030. Entre los destinos que está barajando está España, donde un equipo del constructor ya ha realizado visitas para sondear emplazamientos, según han informado a ‘La Tribuna de Automoción’ fuentes de la compañía. in La Tribuna de Automoción, Ignacio Anasagasti, 29-01-2026 Changan, el cuarto fabricante chino de vehículos, está analizando establecer en los próximos años, como parte de su plan de internacionalización, una actividad productiva en Europa y para ello «España podría ser una oportunidad», según han confirmado fuentes de la compañía a La Tribuna de Automoción. Los trabajos y estudios para materializar la producción en el Viejo Continente ya están en marcha, a través de «un equipo estratégico especial» destinado a ello, que ha realizado diferentes visitas a nuestro país para valorar las potencialidades de su candidatura. El constructor ha anunciado que para su apuesta europea, considerando también la expansión comercial, va a destinar una inversión de 2.000 millones de euros hasta 2030. A tenor de este montante y de «la incertidumbre arancelaria» la posibilidad de llevar a cabo fabricación en la región es «bastante relevante, si todo se desarrolla dentro del plan». Changan valora varias opciones: nueva fábrica, aprovechar sus alianzas o incluso comprar marcas El proyecto industrial se llevaría a cabo «a corto plazo, en los próximos años, en un horizonte de aquí a 2030», precisan las fuentes de la corporación, que añaden que se «están valorando diferentes alternativas» para llevarlo a la práctica. En este sentido, explican que no solo se estaría analizando «hacer una fábrica de cero», sino que también se consideraría aprovechar, por ejemplo, la joint venture que tienen con Ford —ensamblan coches conjuntamente en China— o, incluso, «se pueden comprar marcas». La consideración de España como destino productivo por parte de Changan se suma a las que ya se habían anunciado a lo largo del pasado año, entre ellas las que encabezan BYD, SAIC (para su marca MG) o Great Wall Motor. En caso de que alguna inversión acabe fructificando, se añadiría a la que está desplegando Chery junto a Ebro en las antiguas instalaciones de Nissan en la Zona Franca de Barcelona. Changan rumbo a 2030: 1.000 puntos de venta en Europa Al margen de los planes de fabricación en Europa, Changa tiene una ofensiva muy ambiciosa comercial en el continente, planificando contar con 1.000 puntos de venta y servicio en 2030, estando presente ya en 2028 en los principales mercados europeos. Asimismo, planea el lanzamiento de ocho vehículos en apenas tres años. En estos momentos, la compañía tiene operativas filiales en Alemania, Noruega, Países Bajos, Reino Unido, Italia y España —se constituyó el 12 de enero en el registro de fabricantes de vehículos del Ministerio de Industria—, mientras que funciona con importador en Portugal y Grecia. Entre los grandes destinos, la entrada en Francia está prevista en una siguiente fase. En cuanto al mercado español, Changan ya ha iniciado la comercialización de coches, con un par de modelos de su línea de producto Deepal —con diseño deportivo y enfocada más a un público joven—, el S05 y S07, dos SUV eléctricos de los segmentos C y D, que se comercializan con un gran nivel de equipamiento desde 37.390 euros y desde 44.990 euros —sin embargo, como oferta de lanzamiento, realizando financiación con Santander Consumer Bank, se venden por 29.750 y 35.550 euros sin incluir ayudas públicas y regalando todos los opcionales en las unidades de stock. 80 concesionarios en España de Changan Actualmente cuenta con una red de concesionarios formada por 32 centros (todos con taller), mientras que el objetivo es tener operativos 80 a finales de 2026, según ha confirmado la entidad en una presentación con prensa celebrada hoy en Madrid. En estas instalaciones se va a ofertar el porfolio de Deepal, pero también de Nevo —modelos exclusivamente de nuevas energías—. La tercera enseña que planea introducir el grupo chino es la premium eléctrica Avatr, que pòdría desplegarse a lo largo del presente ejercicio y que contaría con puntos independientes. Respecto a las primeras novedades en la gama, en torno a mayo-junio llegará la mecánica PHEV —con una autonomía cero emisiones de más de 100 km— al S05 y en el tercer trimestre, la híbrida; dos tecnologías que, posteriormente, se ofertarán en el S07. A su vez, a finales de 2026, para iniciar la comercialización en 2027, aterrizará el Nevo Q05, un B-SUV que contará con propulsiones eléctricas e híbridas enchufables. Con este modelo, Changan ya cubriría cerca del 60% del mercado en España. Objetivo a corto plazo: un 2% de cuota de mercado en España Contando todas sus líneas de producto —no se descarta tampoco que traigan la firma Changan, que está enfocada en modelos térmicos—, la ambición que se fija el fabricante chino es ir a por un 2% de cuota de mercado un poco antes de 2030 en nuestro país. En la primera fase de despliegue, el foco comercial será el de los clientes particulares, donde están siendo muy exigentes ya con las concesiones, fijando un objetivo de penetración de alrededor de ese 2%, teniendo en cuenta que el grado de conocimiento de la marca es reducido. Para convencer a los clientes de que la apuesta es fiable, cuentan con una garantía para los vehículos de siete años o 160.000 km y para la batería y la unidad de tracción de ocho años o 200.000 km. Respecto a la posventa, señalan que tendrán un servicio de gran calidad, para lo cual han firmado un acuerdo paneuropeo con Kuehne+Nagel, disponiendo de un almacén de recambios central en Países Bajos y otro nacional en Azuqueca de Henares (Guadalajara).
Kristin para la fábrica de Stellantis de Vigo
tellantis suprime varios turnos de las dos líneas de montaje de la fábrica de Vigo por los problemas para la llegada de componentes por la borrasca Kristin in Coche Global, 29-01-2026 La fábrica de Stellantis en Vigo se ha visto obligada a suspender su actividad productiva a causa de la borrasca Kristin, cuyas adversas condiciones meteorológicas están provocando problemas en la cadena de aprovisionamiento. La compañía suspendió, el miércoles y el jueves, la producción de varios turnos por las dificultades para la llegada de componentes. La dirección comunicó al comité de empresa la necesidad de suspender uno de los turnos, aunque finalmente se optó por cancelar la jornada completa del miércoles en ese sistema, así como el turno de mañana de este jueves. En el sistema 2, está previsto que la normalidad se retomará a partir del turno de tarde, tras quedar suspendidos tres turnos consecutivos: tarde y noche del miércoles y mañana del jueves. Las afectaciones no se han limitado a esta línea. Stellantis Vigo también ha decidido suspender el turno de noche del sistema 1, en el que se fabrica el Peugeot 2008, durante este jueves. De nuevo, la empresa ha atribuido la decisión a “causas de fuerza mayor derivadas de condiciones meteorológicas adversas” que están impactando en el suministro de componentes. Primera parada de 2026 Se trata de la primera parada de actividad en la factoría viguesa en lo que va de año, y ha afectado con diferente intensidad a ambos sistemas de producción. El parón contrasta con el inicio de 2026, que había arrancado con una elevada carga de trabajo, previsión que se mantiene también para el mes de febrero. La planta de Balaídos cerró 2025 con cerca de 600.000 vehículos fabricados, una cifra récord en su historia. Pese a este paréntesis obligado por la borrasca Kristin, la dirección confía en recuperar la normalidad productiva en las próximas horas, una vez se estabilicen las condiciones meteorológicas y el flujo de aprovisionamiento vuelva a la normalidad.
Vendas de veículos comerciais novos na União Europeia | dezembro 2025
New commercial vehicle registrations: vans -8.8%, trucks -6.2%, buses +7.5% in 2025 in ACEA, 29-01-2026 The EU’s commercial vehicle market had a challenging year in 2025, with registrations falling across several major markets, a clear sign of the tough economic environment. The bus segment was the only exception. While the overall share of electrically-chargeable vehicles increased, progress remains too slow, as market uptake remains constrained by insufficient enabling conditions. Inadequate infrastructure, high energy costs, unfavourable total cost of ownership, and inconsistent policy frameworks continue to slow progress. New EU van registrations fell by 8.8%, with the three largest markets contributing to the downturn. France recorded the steepest drop with an 5.6% decline, followed by Germany (?5.4%) and Italy (-5%). In contrast, Spain saw a surge in registrations, rising by 11.7%. New EU truck registrations also fell by 6.2%, totalling 307,460 units. This downturn was driven in volume by a 5.4% decline in heavy-truck registrations, alongside a 9.9% decrease in medium-truck demand. All major markets contracted, with Germany (-12.2%) experiencing double-digit decline, followed by France (-9%) and Spain (-3.6%). Meanwhile, new EU bus registrations grew 7.5% in 2025, reaching a total of 38,238 units. Among major markets, growth was led by Germany (+28%) and Poland (+16.6%), while Italy (-15.9%) and Spain (-4%) continued to see declines. . New EU car registrations by power source VansDiesel remains the preferred choice for new van buyers in the EU in 2025. Nonetheless, registrations declined by 12.8% to 1,168,561 units, resulting in an 80.7% market share (a decrease from 84.4% a year earlier). Petrol models decreased by 31.9%, accounting for a 4.4% market share. Electrically-chargeable vans now capture a 11.2% market share, an increase from 6.1% last year. Hybrid van registrations increased by 21.4%, despite accounting for only 2.7% of the market. TrucksDiesel maintained its leading position in the EU heavy- and medium-duty truck market in 2025, accounting for 93.2% of new registrations, despite the 8% drop in volumes. Electrically-chargeable trucks above 3.5 tonnes now secure 4.2% of the market, up from 2.3% last year. The Netherlands (+205.4%), despite a sharp 40.8% decline in total truck registrations, along with Germany (+39.6%) and France (+30.5%), were the main drivers of this trend, together accounting for two-thirds of the EU’s electrically chargeable truck market. BusThe share of EU electrically-chargeable bus registrations increased to 23.8% by the end of 2025. Germany, the largest market by volume, saw an impressive 106.4% growth, while Sweden (+262.1%) and Belgium (+233.5%) posted also notable increases in the electric market segment. Hybrid-electric bus registrations faced a double-digit decline of 24.9%, accounting for 7% of the market. Diesel bus registrations increased by 5.7%, now holding a 62.1% market share, down from 63.2% last year. The EU’s commercial vehicle market had a challenging year in 2025, with registrations falling across several major markets, a clear sign of the tough economic environment. The bus segment was the only exception. Downloads . . .
Declarações do Presidente da AFIA ao ECO sobre o Acordo comercial UE-Índia
Acordo com Índia abre mercado de “enorme dimensão e potencial” às empresas portuguesas. Empresas do setor do metal, automóvel ou vinho veem potencial para crescer, enquanto os têxteis alertam para um país que vai ser “mais concorrencial do que a China é neste momento”. in ECO, por Patrícia Abreu, 28-01-2026 Num mundo em que o comércio internacional enfrenta cada vez mais barreiras, o acordo entre a União Europeia e a Índia foi recebido com grande entusiasmo pelos representantes empresariais portugueses, que destacam as oportunidades de diversificação para entrar num mercado com “enorme dimensão e potencial”, com 1,5 mil milhões de pessoas. Indústrias como a metalurgia e metalomecânica, automóvel ou vinho veem potencial de crescimento, mas avisam que impacto não vai ser visível num futuro próximo. Já os têxteis falam num concorrente pior que a China, que pode roubar mercado às empresas portuguesas. Uma semana depois de os Estados Unidos terem voltado a ameaçar países europeus com tarifas adicionais, desta vez ligadas à Gronelândia, a União Europeia fechou com a Índia a “mãe de todos os acordos comerciais”. O pacto marca mais um esforço do bloco para abrir oportunidades noutras regiões e criar “uma zona de livre comércio de dois mil milhões de pessoas“, conforme destacou Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. “Ao reduzir barreiras à entrada e aumentar a competitividade dos produtos nacionais num mercado de grande dimensão e elevado potencial de crescimento, este acordo apresenta-se, naturalmente, como uma oportunidade para a entrada de novas empresas portuguesas neste mercado”, destaca Luís Miguel Ribeiro. “Além disso, este acordo poderá permitir às empresas portuguesas que já exportam para a Índia, reforçar e consolidar a sua posição neste mercado”, acrescenta o presidente da AEP. De acordo com dados do INE, a Índia foi, em 2024, o 40.º destino das exportações portuguesas de bens, com uma quota de 0,2% e o 16.º principal país de origem das importações, com uma quota de 1%. “A balança comercial de bens entre os dois países permanece desfavorável para Portugal, com um défice de 889 milhões de euros em 2024, o que evidencia um significativo potencial de crescimento das exportações portuguesas para este mercado”, explica Luís Miguel Ribeiro. Para o responsável, “trata-se de um desenvolvimento particularmente relevante para Portugal enquanto economia aberta ao exterior que, num contexto internacional globalmente menos favorável, tem vindo a ver reduzida a sua quota de mercado”. “A incerteza associada à política comercial protecionista levada a cabo pelos Estados Unidos da América, principal destino extra-UE das exportações portuguesas, tem pesado sobre o comércio externo e sobre as decisões de investimento das empresas nacionais, reforçando a necessidade estratégica de diversificação de mercados”. “O que se destaca, desde logo, é a dimensão do mercado indiano e das oportunidades que ele representa. Estamos a falar do país mais populoso do mundo, com cerca de 1,5 mil milhões de pessoas, que mais do que apenas bens de consumo, tem necessidades de know-how e tecnologia que podem ser exploradas pelas empresas nacionais”, aponta Nuno Botelho. Para o presidente da Associação Comercial do Porto, “essa é a grande oportunidade para a nossa economia, beneficiando de conhecimento especializado em áreas como as energias renováveis, a gestão de águas e resíduos, ou as próprias tecnologias de informação”, classificando o acordo como “bastante promissor para a economia europeia e para a portuguesa, em particular”. Nuno Botelho refere que “este acordo oferece a possibilidade às empresas nacionais de participarem ativamente no esforço de modernização estrutural que a Índia tem vindo a promover, estabelecendo Portugal como uma interface logística e tecnológica de referência no contexto deste acordo”. “Por outro lado, é a oportunidade de Portugal reforçar a sua presença num mercado de enormes dimensões e potencial como é a Índia, mas que, nesta altura, não está, sequer, nos 40 principais destinos de exportação para as empresas nacionais. As vantagens deste acordo, no caso português, superam largamente os riscos que podem resultar para a nossa economia”, antecipa. José Eduardo Carvalho, presidente da AIP, reforça que “este tratado cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, abrangendo cerca de duas mil milhões de pessoas e aproximadamente 25% do PIB global”. “Portugal poderá beneficiar da redução drástica de tarifas em setores onde possui forte tradição exportadora e qualidade reconhecida“, aponta. Quanto aos setores beneficiados destaca os vinhos, com uma redução de tarifas de 150% para 30% e o azeite, que passa de 45% para 0%. “As empresas portuguesas de moldes e engenharia de precisão podem encontrar um mercado vasto para fornecer componentes e tecnologia para as indústrias automóvel e aeroespacial indianas”, explica, notando ainda que “Portugal é uma referência em energias limpas” e o “acordo facilita a exportação de serviços e tecnologia em energia eólica e solar, além de abrir oportunidades para FinTechs portuguesas num mercado indiano altamente digitalizado”. No setor automóvel e de componentes, lembra, ocorre também uma redução de tarifas de 110% para 10%, “beneficiando a cadeia de valor automóvel presente em Portugal”. Já na área farmacêutica de inovação indica “uma proteção reforçada de propriedade intelectual para medicamentos inovadores”. “Para a indústria automóvel poderá ser um acontecimento importante nesta fase em que vivemos”, diz José Couto, presidente da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA), lembrando que está previsto que nos automóveis as taxas serão gradualmente reduzidas dos atuais 110% para até 10%, enquanto nas peças serão totalmente abolidas num período entre cinco e 10 anos. O responsável destaca que “a Índia é o quarto maior produtor de automóveis do mundo. Tem um mercado potente que demonstra crescimento e é o país mais populoso do mundo”, reconhecendo “a possibilidade de a indústria automóvel europeia penetrar no mercado indiano”, enquanto “para as componentes, há a possibilidade de quem produz ter componentes europeias”. “É uma janela que se abre, uma oportunidade”. “Nos próximos anos podemos aproveitar e entrar no mercado indiano. Vamos plear pelo mercado e que os nossos produtos sejam mais competitivos”, acrescenta. Para a indústria de componentes nacional, a oportunidade surge através dos clientes do setor automóvel. “Provavelmente poderemos ter
CLEPA New Publication | Circularity KPIs for automotive suppliers
How automotive suppliers can measure circularity: New KPI roadmap published in CLEPA, 27-01-2026 While a growing number of circular economy frameworks and indicators are being developed at EU and international level, few are sufficiently aligned with the specific characteristics of automotive components and supplier activities. CLEPA’s new publication addresses this gap by providing targeted guidance tailored to the automotive supply industry. The transition to a circular economy is a strategic priority for automotive suppliers. Across Europe, companies are actively advancing solutions that improve resource efficiency, enhance supply chain resilience, and contribute to climate objectives. However, measuring and demonstrating circular performance remains challenging due to long product lifecycles, diverse material compositions, global production networks, and strict safety and regulatory requirements—making sector-specific approaches essential. CLEPA has published a new roadmap reviewing circular economy performance indicators from the perspective of the automotive supply industry. CLEPA’s new publication evaluates the maturity, applicability, and relevance of current approaches, while highlighting opportunities to strengthen design for circularity and credible performance measurement across the automotive value chain. “Circularity is embedded in the DNA of the automotive supply industry. Suppliers are already delivering significant results and continuously raising the bar. However, a coherent approach to measuring circularity is essential to turning ambition into action,” said CLEPA Secretary General Benjamin Krieger. “By establishing clear, sector-relevant indicators, automotive suppliers can drive responsible innovation, track progress, and make a meaningful contribution to the EU’s circular economy goals.” Benjamin Krieger, CLEPA Secretary General. What does this publication deliver? An overview of key circularity metrics relevant to automotive suppliers A shared basis for alignment and trust across the value chain Clear parameters to support continuous improvement in circular performance This publication was developed by CLEPA’s R&I Advanced Materials and Circular Economy Expert Group. . .
Vendas de automóveis novos na União Europeia | dezembro 2025
New car registrations: +1.8% in 2025; battery-electric 17.4% market share in ACEA, 27-01-2026 In 2025, new EU car registrations increased by 1.8% compared to the same period last year. However, overall volumes remain well below pre-pandemic levels. The battery-electric car market share reached 16.9% YTD, in line with projections for the year, yet a level that still leaves room for growth to stay on track with the transition. Hybrid-electric vehicles lead as the most popular power type choice among buyers, with plug-in hybrids continuing to gain momentum. New EU car registrations by power source Electric cars In 2025, 1,880,370 new battery-electric cars were registered, capturing 17.4% of the EU market share. The four largest markets in the EU, which together account for 62% of battery-electric car registrations, saw growth: Germany (+43.2%), the Netherlands (+18.1%), Belgium (+12.6%), and France (+12.5%). January to December 2025 figures also showed new EU hybrid-electric car registrations rising to 3,733,325 units, driven by growth in the four biggest markets: Spain (+23.1%), France (+21.6%), Germany (+8%), and Italy (+7.9%). Hybrid-electric models account for 34.5% of the total EU market. Registrations of plug-in-hybrid electric cars continue to grow, reaching 1,015,887 units during the same period. This was driven by increases in volume for key markets such as Spain (+111.7%), Italy (+86.6%), and Germany (+62.3%). Therefore, plug-in-hybrid electric cars now represent 9.4% of EU car registrations, up from 7.2% last year. The year-over-year (YOY) variation for December 2025 showed a surge of 51% for battery-electric and 36.7% for plug-in-hybrid electric cars, while hybrid-electric recorded a 5.8% increase. Petrol and diesel cars By the end of 2025, petrol car registrations dropped by 18.7%, with all major markets experiencing decreases. France experienced the steepest drop, with registrations plummeting by 32%, followed by Germany (-21.6%), Italy (-18.2%), and Spain (-16%). With 2,880,298 new cars registered in 2025, the market share for petrol fell to 26.6% from 33.3% a year earlier. The diesel car market continued to decline, with registrations down by 24.2%, resulting in an 8.9% share in 2025. Moreover, the December 2025 YOY variation showed a 19.2% decline for petrol and 22.4% for diesel. In 2025, new EU car registrations increased by 1.8% compared to the same period last year. However, overall volumes remain well below pre-pandemic levels. Downloads . . .
ERT Grupo Celebra o Futuro na Torre da Oliva: Inovação e Talento Marcam o “Dia Aberto da Inovação”
No passado dia 23 de janeiro, o Grupo ERT realizou na emblemática Torre da Oliva o seu “Dia Aberto da Inovação”. O evento, em colaboração com Turismo Industrial de São João da Madeira, serviu de palco para demonstrar como o grupo está a liderar a transformação tecnológica e a sustentabilidade no setor. in Grupo ERT, 27-01-2026 A sessão de abertura foi marcada pela presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de São João da Madeira, João Oliveira, acompanhado pelo executivo, reafirmando o papel estratégico da ERT, para a economia e no ecossistema de inovação da região. Estratégia, Sustentabilidade e Futuro O Chairman do Grupo ERT, João Brandão, partilhou uma visão inspiradora sobre o crescimento do grupo, sublinhando que a inovação é a base da estratégia para os próximos anos. Por sua vez, o Diretor de Inovação, David Macário, destacou a importância da colaboração aberta, destacando os projetos desenvolvidos em conjunto com parceiros estratégicos e o compromisso do grupo com a inovação e criatividade. As demonstrações focaram-se em áreas de vanguarda onde a ERT está a investir: Sustentabilidade e Economia Circular. Materiais Funcionais e E-têxteis (têxteis inteligentes). Informatização Industrial e digitalização de processos. As visitas decorreram durante todo dia, parceiros industriais, institucionais, alunos e população em geral, disfrutaram de uma exposição interativa tendo a oportunidade de interagir diretamente com os investigadores envolvidos nos projetos. No mesmo espaço da exposição, aconteceram as “Flash Talks” sessões rápidas e impactantes onde tecnologias de ponta e tendências foram apresentadas de forma acessível e envolvente. Um Ecossistema de Saberes: Escolas, Universidades e Centros de Investigação Um dos pontos altos do evento foi a demonstração prática de resultados dos projetos em curso e da ligação entre o mundo empresarial e o meio académico. O Grupo ERT reforçou o seu papel de ponte entre o conhecimento e a indústria, acolhendo: Centros de Investigação: CTCP, CITEVE e CENTI, cuja colaboração foi fundamental para validar os avanços técnicos aplicados aos produtos da ERT. Universidade Católica (UCP) e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD): Com demonstrações de processos de biotecnologia extração, robótica, fabricação aditiva e processamento de som. Escola Secundária Serafim Leite: Com a apresentação de trabalhos técnicos na área da automatização de processos industriais. Inovação como Património A escolha da Torre da Oliva e a integração no aniversário do Turismo Industrial não foram casuais. Simbolizam a evolução de São João da Madeira de uma cidade de indústria tradicional para um centro de tecnologia e inovação global. O apoio do Turismo Industrial reforça a transparência da ERT em partilhar o seu “saber-fazer” com a comunidade e com os futuros profissionais. . . Sobre o Grupo ERT: Com sede em São João da Madeira, o Grupo ERT é uma referência na produção de revestimentos e componentes técnicos, focando-se na inovação contínua para os setores automóvel, têxteis técnicos e calçado. . . .
DS Smith conquista quatro prémios WorldStar Global Packaging Awards na Ibéria
A empresa foi premiada internacionalmente pelas suas inovações em design de packaging e sustentabilidade para Transit e E-commerce. in DS Smith, 26-01-2026 A DS Smith, uma empresa da International Paper e fornecedor líder mundial de soluções de packaging sustentável à base de fibra, ganhou quatro prémios nos WorldStar Global Packaging Awards 2026, o maior certame internacional do setor de embalagens, pelas suas soluções inovadoras desenvolvidas na Ibéria. Os prémios, organizados pela World Packaging Organisation (WPO), distinguem as inovações mais relevantes do ano a nível mundial pelo seu design, funcionalidade e eficiência na cadeia logística. A palete espalmável Box Pallet da DS Smith foi duplamente premiada nas categorias de Transit e E-commerce, enquanto a Embalagem espalmável de cartão reforçado para cargas industriais pesadas e a Solução monomaterial para exportação de peças curvas de automóveis foram distinguidas na categoria de Transit. Todas estas soluções são fabricadas em cartão canelado de alta resistência e combinam a melhor proteção dos produtos com um design que otimiza a logística e uma abordagem sustentável com materiais 100% recicláveis. Demonstram ainda a capacidade das equipas de desenvolvimento da DS Smith para responder aos desafios logísticos de diferentes setores industriais. As inovações premiadas, em detalhe Box Pallet (DS Smith Packaging) é uma solução de packaging logístico de cartão canelado de alta resistência, desenvolvida como alternativa à palete tradicional para distribuição e e-commerce. É composta por uma palete integrada com uma estrutura laminada de elevada resistência que suporta até 200 kg empilhados. Compacta e fácil de montar — sem necessidade de ferramentas ou adesivos — esta solução permite a personalização do design de acordo com os requisitos de cada cliente, adequando-se a uma grande variedade de produtos. Por ser composta por um único material, é também reciclável e reutilizável. Premiada nas categorias de Transit e E-commerce. Embalagem espalmável de cartão reforçado para cargas industriais pesadas (DS Smith Tecnicarton). Fabricada em cartão canelado com reforços de elevada resistência, foi desenvolvida para proteger grandes cargas industriais e peças metálicas pesadas a granel durante o transporte. A sua estrutura de fibra oferece uma resistência comparável à das soluções tradicionais de madeira ou metal, com menor peso e um formato espalmável que otimiza o armazenamento e a logística inversa, facilitando igualmente a separação correta dos materiais no final do seu ciclo de vida. Premiada na categoria de Transit. Solução monomaterial em cartão canelado para a exportação de peças curvas de automóveis (DS Smith Tecnicarton). Desenvolvida para o transporte de guarda-lamas, trata-se de uma solução que substitui o plástico de uso único habitualmente utilizado na embalagem destes produtos por uma alternativa de cartão canelado 100% reciclável. Incorpora um posicionador que protege eficazmente as zonas curvas das peças durante o transporte marítimo. O seu design permite acomodar até doze unidades por embalagem, garantindo estabilidade, proteção e eficiência nas operações logísticas internacionais. Graças a um sistema de fecho com patilhas desenvolvido à medida, a embalagem fecha-se de forma segura sem necessidade de elementos adicionais. Premiada na categoria de Transit. Soluções de packaging para uma economia circular Os quatro prémios conquistados pela DS Smith Ibéria comprovam a experiência da empresa no desenvolvimento de soluções de packaging inovadoras e sustentáveis para o setor industrial e automóvel. Cada inovação visa melhorar a eficiência operacional e logística, com uma abordagem de design assente na otimização de recursos e nos princípios da economia circular. Como refere Luis Serrano, Sales, Marketing & Innovation Director, South West EMEA, da DS Smith: “Estes prémios e o reconhecimento internacional confirmam o trabalho contínuo das nossas equipas no desenvolvimento de soluções de packaging industrial inovadoras, capazes de responder aos requisitos técnicos e logísticos dos nossos clientes. Este trabalho reflete o nosso propósito de redefinir o packaging para um mundo em constante mudança e de ajudar os nossos clientes a avançar para a economia circular”. O júri dos WorldStar Global Packaging Awards seleciona os premiados entre as soluções vencedoras de concursos nacionais reconhecidos pela World Packaging Organisation. No caso da Ibéria, as soluções da DS Smith desenvolvidas pelas suas equipas de Packaging convencional e da Tecnicarton — especializada em embalagens industriais — já tinham sido distinguidas nos Prémios Liderpack, organizados pela Graphispack Asociación e pelo salão Hispack da Fira de Barcelona. A cerimónia de entrega dos WorldStar Global Packaging Awards terá lugar no próximo dia 8 de maio em Düsseldorf (Alemanha), no âmbito da feira Interpack 2026.