APRESENTAÇÕES + FOTOGRAFIAS + VÍDEO A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel no âmbito da agenda mobilizadora Hi-rEV – Recuperação do Setor de Componentes Automóvel *, vai realizar a conferência “Automotive Plastic Parts – O Contributo dos Plásticos para a Economia Circular“, 10 de julho, pelas 9h30 na Figueira da Foz. O futuro dos plásticos na indústria automóvel está a sofrer fortes transformações devido às metas de sustentabilidade e à transição tecnológica em curso. A moldagem por injeção continuará a ser preponderante na fabricação dos veículos, todavia, os seus materiais, técnicas e funções estão a evoluir de forma significativa. No ano de 2024 estima-se que o volume de negócios relacionado com partes plásticas tenha registado o valor global de 50 mil milhões de euros, um valor impulsionado por novas práticas de engenharia e produção que contribuem fortemente para este novo paradigma de transição. Cada vez mais os construtores automóveis (OEM) procuram soluções sustentáveis que reduzam a pegada ecológica e, por isso, os plásticos serão componentes essenciais de uma economia circular e o seu contributo será fundamental para os ambiciosos objetivos de descarbonização. Através deste workshop, a AFIA irá partilhar testemunhos de empresas e de investigadores que estão no centro desta tendência. Não perca esta oportunidade para estar também no centro desta transformação! A participação neste evento é gratuita, mas de inscrição obrigatória, que deverá ser efetuada até ao dia 5 de julho. Aceda ao Formulário de Inscrição. A inscrição inclui presença no evento e o almoço durante a sessão. PROGRAMA 09:30 Registo de Participantes 09:45 Receção/ Mensagem Boas-Vindas 10:00 Apresentação do Projeto HiRev 10:30 Circularidade no Setor dos Plásticos 11:00 Novas Tecnologias de Polimerização 11:30 Black Masterbatches: materiais circulares para uma transição sustentável. 12:00 Casos Práticos na Indústria 13:00 Encerramento 13:15 Almoço * Sobre o Hi-rEV
Nova Linha BPF Invest Export – Apoiar o crescimento das Empresas Exportadoras Portuguesas
Com um montante global de 3.500 milhões de euros, a nova Linha BPF Invest Export foi criada para apoiar o apoiar o Investimento e o Fundo de Maneio de Empresas Exportadoras Portuguesas, promovendo a sua adaptação e expansão para novos mercados, com foco nas geografias extracomunitárias. Na sublinha de Investimento, até 20% do Financiamento pode ser convertido em apoio não reembolsável, sujeito aos limites disponíveis no âmbito do regime de auxílios de Estado aplicável e mediante o cumprimento de metas de desempenho, avaliadas 3 anos após a contratação. Quem se pode candidatar? Numa primeira fase, a Linha estará disponível para Micro, Pequenas e Médias Empresas (PME) portuguesas, que registem vendas para o exterior, nas suas contas fechadas de 2024. E para que estas empresas possam investir com Confiança, crescer com hashtag#Ambição e conquistar novos mercados internacionais, o Banco Português de Fomento enviou cerca de 37 mil Garantias Pré-Aprovadas diretamente a PME Exportadoras, com um potencial de Financiamento de 2.100 milhões de euros. Em breve: E porque o futuro das Empresas Exportadoras também se escreve em larga escala, estamos a preparar uma sublinha dedicada às Grandes Empresas. Fique atento(a)! As candidaturas para PME abrem no dia 25 de junho. Contacte o seu Banco Comercial ou uma das Sociedades de Garantia Mútua.
A CaetanoBus lança nova geração de autocarros Zero Emissões
Autocarros elétricos a bateria (e.CityGold) e autocarros elétricos a hidrogénio (H2.CityGold) in Autonews, 20-06-2025 A CaetanoBus renovou e expandiu o seu portefólio de autocarros urbanos zero emissões, combinando um design moderno com engenharia avançada para responder às crescentes exigências da mobilidade urbana sustentável. A nova geração de autocarros CAETANO inclui veículos de 8.5m, 12m e 18m — todos elétricos, centrados nos passageiros e na melhor experiência para o motorista em cada dia de operação. O modelo de 18 metros contará com uma versão Bus Rapid Transit (BRT), concebida para percursos urbanos de elevada capacidade e equipada com portas de ambos os lados, assegurando um fluxo eficiente de passageiros, para quando a operação assim o exige. Um dos principais destaques da nova geração de autocarros CAETANO é a utilização de componentes e tecnologia de última geração extremamente fiáveis da CRRC, o maior fabricante mundial de material circulante, incluindo comboios de alta velocidade, autocarros e componentes, trazendo excelência global e tecnologia avançada aos autocarros CAETANO. O autocarro elétricos a bateria CAETANO está equipado com baterias CATL BC5 oferecendo uma capacidade até 465 kWh nos modelos de 12 metros, até 700 kWh nos modelos de 18 metros e até 266 kWh na versão de 8.5 metros. A tecnologia BC5 da CATL integra células LFP de elevada densidade energética, concebidas para garantir segurança, carregamento rápido e longa durabilidade. Estas baterias suportam uma vida útil ultra longa, superior a 4.000 ciclos de carregamento, com degradação mínima ao longo do tempo, assegurando um desempenho muito fiável durante mais de uma década de operação. A tecnologia TOYOTA continua no coração dos autocarros a hidrogénio da CAETANO, equipados com a pilha de combustível TOYOTA de Geração 2.5, que fornece 70 kW de potência, maximizando a eficiência para um desempenho operacional excecional. O pequeno conjunto de baterias neste modelo, também da CATL, foi ampliado para até 130 kWh no autocarro de 12 metros e até 170 kWh nos modelos de 18 metros. Isto garante uma eficiência ideal em operações exigentes e contribui para prolongar a vida útil da pilha de combustível. Ambos os segmentos, autocarros elétricos a bateria (e.CityGold) e os autocarros elétricos a hidrogénio (H2.CityGold) estão equipados com o motor de tração da CRRC e um avançado inversor 6 em 1, que integra seis funções críticas: do controlo do motor de tração passando pelo inversor DC/DC e pela distribuição de energia de alta tensão com monitorização de isolamento, tudo numa unidade única, compacta e robusta. Esta unidade compacta e o elevado nível de integração reduzem o peso do sistema até 70%, aumentam a fiabilidade elétrica e melhoram significativamente a eficiência e segurança global do veículo.
Jorge Castro, Vicepresidente de AFIA: «Hay que hacer lo posible por mantener a los proveedores de Galicia y Portugal»
Entrevista | Jorge Castro Vicepresidente del clúster de automoción de Portugal, AFIA in Faro de Vigo, por Adrián Amoedo, 20-06-2025 La automoción tuvo su cuota de protagonismo en la feria Mindtech. Uno de sus protagonistas fue Jorge Castro, vicepresidente del clúster de automoción de Portugal, la AFIA. Como dijo en su ponencia, la competencia entre Galicia y el norte luso ya no existe y hoy prima la colaboración. Jorge Castro lleva 13 años en la Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, la AFIA, homóloga de Ceaga en el país vecino. Conoce bien la industria de la automoción gallega, ya que pasó 30 años en Dalphi Metal, la que hoy es ZF Lifetec. Está ya en fase de retirada y ve todo lo que rodea al sector con más perspectiva. –Ceaga alertó de los problemas que pueden venir para la automoción por la escasez de tierras raras. El presidente de AFIA hizo lo propio. ¿Es para tanto? Es una preocupación el tema de las restricciones a la disponibilidad de las tierras raras. China contra el 70% de la producción mundial y tiene el 90% de la capacidad de refinación, que es necesario para motores y muchos componentes. Si se pone restricciones es una preocupación que va a afectar a la capacidad de producción. Es un problema que todavía está encima de la mesa porque no hay solución a la vista. –¿Se puede comparar con lo que pasó con los chips? Sí, porque es una limitación. Si hay componentes que son esenciales en un coche y no pueden ser fabricados porque hay una materia prima que no está disponible, pues será similar a lo de los semiconductores: no había y fue todo en cadena, no funcionó. Ahora puede ser igual. –Hablemos de algo más positivo. O quizá no tanto. ¿Están preocupados en Portugal por las asignaciones de Stellantis Vigo para la nueva plataforma? Stellantis Vigo es un cliente natural de Portugal y más en la zona norte. Yo empecé en 1994 en una empresa española, Dalphi Metal, y llegamos a Portugal primero con Volkswagen y luego con Stellantis en Vigo. Todas las empresas están ofertando para conseguir el nuevo proyecto y nos gustaría tener la certeza de que Stellantis está dando una buena oportunidad a su red de proveedores locales. Y lo digo porque a veces hay tentación de comprar a mayor distancia solo porque es más barato. Debemos hacer lo posible por mantener la red de proveedores que se creó en Galicia y que luego se extendió a Portugal. Competencia entre el sur gallego y el norte luso –¿Se desterró ya esa idea de competencia entre el sur gallego y el norte luso? Yo he visto todo el proceso. Hace 30 años, incluso dentro de la empresa [Dalphi Metal], que apareciera una planta en Portugal era visto como una amenaza para el empleo. Cuando en realidad era al revés, ya que no era transferir carga de trabajo. Era más bien que la empresa, en su crecimiento, creaba esa fábrica. Eso fue hace mucho, estamos en otros tiempos, ya se superó, y hoy la relación que hay es muy próxima. Bueno, tanto que los dos plant managers son de España: una es presidenta de Ceaga [por Patricia Moreira] y en la otra parte está José Castro, que me va a sustituir en la administración del clúster en Portugal. Hoy está todo más tranquilo y la guerra del mercado que hay es más fácil ganarla juntos que por separado. Y debemos ver quién hace mejor el qué, para no estar todos invirtiendo en lo mismo. –Deme un ejemplo. Por ejemplo, todo lo las startup que se desarrollan vinculadas al CTAG y Ceaga. Es muy bueno y están apareciendo innovaciones a nivel de producto, de soluciones tecnológicas, de procesos… En Portugal, por su parte, hay conocimiento a nivel de informática y programación, lo que lleva a que multinacionales están invirtiendo para poner sus centros de investigación. Si conseguimos coordinarnos, el sector gana. –¿Hoy la competencia está más lejos? ¿En Marruecos o Turquía? Es lo mismo que pasó con Portugal. Se ve como una amenaza, pero ante esto hay siempre dos actitudes diferentes: defenderse o intentar aprovecharlo. Hay empresas gallegas que aprovecharon Portugal para crecer porque los costes eran más bajos. A lo mejor, ahora hay partes del proceso, de mano de obra intensiva, que debemos hacer en Marruecos. Tenemos que ser inteligentes y aprovechar las cosas buenas para nuestro beneficio. –Portugal vivió un fuerte crecimiento. En los últimos años parece que se ha ralentizado, incluso con problemas en algunas plantas. Es cierto que algunas tienen problemas, que hacen ajustes importantes de plantilla o incluso que cierran, pero esto se debe a la situación global del mercado. O porque bajaron los volúmenes o porque no ganaron el sustituto del proyecto, que puede ser determinante en el futuro de una fábrica. –¿Hay opciones de que llegue a Portugal algún nuevo productor de coches? Portugal siempre consideró que sería bueno tener otro constructor, porque cuando llega una planta se monta un ecosistema de proveedores, se fija población, formación… Es algo que nos gustaría, desde hace años. –Casi se consigue con Ineos. Si, parecía que estaba cerca, pero al final no. El caso es que tener un constructor de China haciendo una inversión sería muy bueno, pero de momento no hay ninguna opción en concreto. Sería ideal para aprovechar la red de proveedores de la zona. Jorge Castro, vicepresidente de AFIA. / Alba Villar
El XII Encuentro SERNAUTO muestra las palancas para consolidar España como hub industrial y tecnológico de referencia
El ministro de Industria y Turismo, Jordi Hereu, ha inaugurado el acto resaltando el papel estratégico de la industria de proveedores de automoción. Alberto Núñez Feijóo, presidente del PP; Antonio Brufau, presidente de Repsol, y Vicente Segura, socio de Automoción de Deloitte, también han intervenido en el evento. También ha tenido lugar un diálogo sobre la automoción europea entre el presidente de SERNAUTO, Francisco J. Riberas, y el CEO interino de SEAT y CUPRA, Markus Haupt. Bajo el lema “ADN España. Impulso, inteligencia y resiliencia”, durante el XII Encuentro SERNAUTO reconocidos profesionales han analizado cómo España puede consolidarse como hub industrial y tecnológico de referencia. in SERNAUTO, 19-06-2025 Durante la inauguración del XII Encuentro SERNAUTO, organizado por la Asociación Española de Proveedores de Automoción (SERNAUTO) hoy jueves de 19 de junio en IFEMA Madrid, el ministro de Industria y Turismo, Jordi Hereu, ha resaltado la importancia de la industria española de automoción en España, que cuenta con 17 plantas productivas de vehículos, 1.000 proveedores de automoción, presencia en más de 170 países y centros tecnológicos que son un patrimonio fundamental. Hereu también ha destacado al sector como ejemplo en la transformación industrial y ha subrayado la necesidad de impulsar medidas concretas para mantener la competitividad de las empresas en este proceso de cambio. “Más allá de los planes de acción, es necesario que el plan europeo de apoyo a la automoción se traduzca en medidas concretas que defiendan esta industria. Es necesario un impulso de Europa”. Asimismo, el ministro ha animado a las empresas a utilizar los instrumentos del Ministerio de Industria, como los PERTEs y los planes de renovación de flotas, para convertir los retos en oportunidades. “Estamos a su disposición para avanzar conjuntamente”, ha concluido. Por su parte, Francisco J. Riberas, presidente de SERNAUTO, ha destacado que “el sector del automóvil es una parte fundamental del tejido empresarial de este país. Somos una parte clara del ADN España. Hemos demostrado ser resilientes, pero eso no es suficiente, hay que dar un impulso hacia el futuro, innovando en nuevos productos y procesos”. Para ello, el presidente de SERNAUTO ha aprovechado para hacer un llamamiento a la acción y a la colaboración público-privada. “Es un momento crucial para implementar acciones que mejoren la competitividad y la financiación de las empresas con la mayor brevedad posible”, ha concluido. En la conferencia inaugural, Antonio Brufau, presidente de Repsol, ha señalado que “Europa, a nivel global, está salvando en estos momentos lo que podríamos llamar «una última bola de partido». Tenemos un contexto de lo más complicado, pero también una gran oportunidad. Una oportunidad para un giro radical que permita recuperar el liderazgo que nunca se debiera de haber perdido”. Seguidamente ha intervenido Alberto Núñez Feijóo, presidente del Partido Popular (PP), quien ha destacado el valor de la cultura de la innovación de la industria española de automoción, que ha permitido a España ser el segundo productor europeo de vehículos. Para que el sector mantenga esta posición de liderazgo, Feijóo ha explicado los puntos de su propuesta: un plan nacional específico; transición hacia una descarbonización pragmática y neutral; y reindustrialización. Bajo el lema “ADN España. Impulso, inteligencia y resiliencia”, el evento también ha reunido a diversos líderes del sector para poner en valor las capacidades de nuestro país y responder a una gran pregunta: ¿cómo puede España consolidarse como hub industrial y tecnológico de referencia? En este contexto, Vicente Segura, socio de Automoción de Deloitte, ha ofrecido una conferencia en la que ha destacado las fortalezas de la industria española de automoción desde una visión constructiva. Durante su intervención, ha explicado los factores que están teniendo consecuencias directas en la industria de automoción y un fuerte impacto en el mercado: La sostenibilidad, la digitalización, los nuevos modelos de negocio y el entorno global. “Esta situación nos obliga a diseñar una estrategia clara desde la industria y ser certeros a la hora de elegir las inversiones. Es fundamental una mayor apuesta por la especialización tecnológica y buscar aquellas claves que, como país, eleven nuestra diferenciación ante nuevos players y entornos más atractivos”, ha señalado. Segura también ha presentado los resultados del informe elaborado por Deloitte y SERNAUTO sobre las razones para invertir en España, destacando el compromiso de las empresas con la innovación y con el desarrollo tecnológico; el ecosistema industrial robusto, ágil, tecnológico y sostenible del país; la posición estratégica en el ecosistema geográfico, la conectividad global y la capacidad multicultural de adaptación, y un entorno industrial que genera confianza para atraer inversiones, talento cualificado y competitivo. A continuación, ha tenido lugar un diálogo sobre la automoción europea entre el presidente de SERNAUTO, Francisco J. Riberas, y el CEO interino de SEAT y CUPRA y vicepresidente ejecutivo de Producción y Logística de SEAT, Markus Haupt. Durante la conversación, ambos han coincido en la importancia de potenciar la colaboración entre fabricantes, proveedores y el resto del ecosistema de automoción para alinear objetivos. También han analizado las ventajas competitivas de países como China o Estados Unidos frente a Europa. Riberas ha señalado que “Europa no ha puesto el foco en preservar la industria del automóvil. Ahora que ya tenemos un diagnóstico, hace falta que se sustancie de forma urgente en medidas concretas”. Por su parte, Haupt ha puesto en valor la amplitud del tejido industrial español, su talento y su capacidad de anticipación a la hora de introducir nuevas tecnologías. “Como grupo reconocemos esa posición importante de España dentro de Europa”, ha afirmado. Al finalizar el diálogo, y tras el éxito en ediciones anteriores, el XII Encuentro SERNAUTO ha vuelto a dar visibilidad a varias pymes del sector a través de breves presentaciones en formato “Elevator Pitch”. En esta ocasión, representantes de tres medianas empresas asociadas a SERNAUTO han compartido sus respectivas experiencias en el proceso de internacionalización de sus empresas: Ajusa, empresa familiar con origen en Albacete especializada en la fabricación de juntas que actualmente tiene presencia en los 5 continentes y más de 113 países, gracias a una clara visión internacional y
CLEPA | Europe’s green mobility push meets economic reality
As Europe reviews its 2035 zero-emission vehicle mandate, it confronts a deeper question: how will it lead the green transition without losing its industrial strength? in CLEPA, by Benjamin Krieger, 19-06-2025 Europe’s economic engine – the automotive industry – faces a layered cake of burdens that threaten its future. Externally rising protectionism and volatile trade conditions make planning more unpredictable. Internally the EU’s ambitious CO? regulatory framework forces a technology change unsupported by market or technological realities. This toxic mix is more than just a transition challenge for the car industry. It’s a test of whether Europe can maintain its global relevance during the shift towards a more sustainable future. Today’s reality is sobering. Suppliers face tightening margins, and small and medium-sized enterprises increasingly face bankruptcy. The costs of carbon compliance increase and trade barriers multiply. Investment is slowing, and companies are reconsidering their footprint in Europe in favour of more predictable and cost-effective environments. Job-loss is not just a risk anymore – it is a reality impacting thousands of employees across the supply chain, from skilled plant workers to certified engineers. When energy, labour, and regulatory compliance all come at a premium, we must ask: what competitive case does Europe offer? Meanwhile, geopolitical tensions are escalating. A range of new US tariffs has already disrupted business flows, while relations with China are marked by level playing field and supply chain dependency concerns. China’s retaliatory export restrictions on critical raw materials, including rare earths essential for EVs, underscore how vulnerable Europe’s industrial autonomy really is. This is nothing less than a wake-up call. Without a well-coordinated response, Europe risks being squeezed between policy overreach and global trade disruption. The recent relief on CO? penalties for automakers is welcome, but temporary. It cannot fix a regulatory trajectory that risks undermining future innovation and investment. The Automotive Action Plan presented by the European Commission in March acknowledges the sector’s strategic importance. But good intentions are not enough. The recent Strategic Dialogues must now result in strategic action. What’s on the table so far lacks the perspective, scale and ambition required to secure Europe’s industrial leadership in the decades ahead. This will mean less opportunities for young Europeans to find jobs, less value creation inside of the EU single market and ultimately less tax revenue for EU member states. To change course, three things are critical: 1. Ratify trade agreements and reset our key trade relationships We need to restore a level playing field in the trade relationship with China and ensure reciprocal market access on fair terms. A balanced EU–US trade agreement will be critical for both sides; retaliation should be targeted and only serve to increase the chances of a negotiated outcome. Prolonged tariff escalation will only fuel instability and we need to avoid that retaliation predominantly hits European companies twice. Lastly, support diversification through the ratification and negotiation of trade agreements, including the Mercosur agreement. 2. Adopt a technology-open approach to CO? regulation This includes supporting sustainable fuels, hydrogen technologies, and hybrid solutions alongside battery electric vehicles (BEVs). Mandating one technological solution risks missing others. BEVs are essential, but not exclusive. Over-prescriptive rules ignore market readiness, limit innovation, and raise costs. BEV and PHEV production in 2025 is now forecast to fall short by over 1.25 million units compared to expectations just two years ago — partly due to regulatory and fiscal uncertainty. 3. Anchor climate ambition in industrial reality The EU’s climate objectives must be achieved in tandem with securing industrial capacity and supply chains. Whether for batteries, EV motors, or the modernised internal combustion engine. Strategic autonomy depends on technological plurality and resilience.CLEPA and its members are committed to working with the EU institutions to forge a green transition that is not only climate-smart, but also economically viable and globally competitive. The decisions taken now will define Europe’s place in the industrial world order. Let’s ensure we’re not looking back in 2035 asking: why did we lose what we had the power to protect? Benjamin Krieger, CLEPA Secretary General
DS Smith logra tres premios Worldstar Global Packaging 2025
DS Smith ha obtenido una triple victoria en los prestigiosos WorldStar Global Packaging Awards 2025. Los tres premios, otorgados en dos categorías diferentes del concurso, se entregaron durante una ceremonia celebrada el último día de la feria IPACK-IMA Packaging Show 2025, del 27 al 30 de mayo de 2025, en Milán (Italia). in Autorevista, por Pedro García Soldado, 18-06-2025 El primer galardón fue para DS Smith Iberia por la bandeja de cartón ondulado diseñada para el embalaje seguro y sostenible de faros de automoción, en la categoría de Tránsito. La compañía, en Iberia, se especializa en proporcionar embalajes para el sector industrial, con un enfoque en soluciones de un solo uso y retornables que apoyan el transporte, la logística y las cadenas de suministro de productos voluminosos y pesados. Las bandejas, fabricadas 100 % en cartón ondulado, están diseñadas para reemplazar el polipropileno expandido (EPP). Son 100 % reciclables y biodegradables, e incluyen un troquelado doble que permite inmovilizar con seguridad los delicados faros tanto en la parte superior como en la inferior del embalaje. Esta característica garantiza una protección óptima durante el transporte, evitando rayaduras y daños. Además, las bandejas son apilables para optimizar el espacio de almacenamiento y pueden integrarse en grandes embalajes para maximizar el número de piezas transportadas. Antonio Cebrián, director Comercial de DS Smith Tecnicarton, declaró: “Este premio es un reconocimiento a nuestro compromiso con el diseño sostenible y la optimización logística. El jurado ha valorado la originalidad, innovación y sostenibilidad de esta solución de embalaje industrial, que ya está disponible para operaciones de transporte y logística en todo el mundo.” DS Smith también fue galardonada por TransSteel 2200C de Fronius International, fabricante austriaco de tecnología de soldadura, fotovoltaica y de carga, dentro de la categoría de Electrónica. La solución de embalaje a base de fibra es modular, hecha de cartón ondulado, y está diseñada para proteger máquinas de soldadura de 15 kg durante el transporte por camión, barco, transporte aéreo o servicio de paquetería. La solución de embalaje es 100 % reciclable, ligera y fácil de montar y desmontar con componentes mínimos. El concepto consiste en tres bandejas idénticas para la base, una tapa y accesorios. El equipo de Diseño e Innovación de DS Smith creó dos paredes laterales plegadas con cuatro capas a cada lado que se insertan y encajan en la bandeja base, a la izquierda y derecha de la estructura del embalaje. Las máquinas de soldadura se colocan de forma segura dentro del embalaje, se añade la tapa y esta también sirve como asa de transporte. El conjunto incluye una caja exterior donde se colocan las máquinas de soldadura, se rellenan con bandejas de accesorios y se sellan con cinta adhesiva. La solución fue sometida a rigurosas pruebas y evaluaciones, incluyendo pruebas de caída desde 90 centímetros para evaluar el impacto en superficies, bordes y esquinas durante un transporte real, además de una prueba de vibración según las directrices de Fronius. Peter Fronius, jefe de Gestión Estratégica de Producto en Fronius International, declaró: “Estamos muy orgullosos de nuestro embalaje modular y nuestra colaboración con DS Smith ha sido un gran éxito. Hemos creado soluciones a medida que cumplen con nuestros requisitos de manipulación, transporte, seguridad y coordinación. Podemos embalar y transportar nuestras máquinas TransSteel 2200C de forma segura, con un montaje más simple y en menos tiempo. El resultado es un proceso logístico optimizado, más compacto y sostenible.” En la categoría de Tránsito, DS Smith impresionó al jurado con su innovación para la marca de cosmética natural Ringana. La innovadora solución fue diseñada para apoyar el transporte a larga distancia de múltiples productos cosméticos. El nuevo embalaje permite almacenar y proteger productos de distintos tamaños y formas en compartimentos individuales, con capacidad para treinta productos. Esta innovación reduce significativamente el volumen de embalaje, utiliza menos materiales y apoya los objetivos de sostenibilidad de la marca. Además, las cajas ultracompactas cuentan con tiras de apertura integradas e impresión Flexo en sus superficies exteriores. Andreas Wilflinger, director general de Ringana, comentó: “Colaboramos con DS Smith para desarrollar este innovador embalaje que transporta nuestros productos con la mayor seguridad posible. El sistema modular flexible nos permite optimizar la eficiencia de nuestra cadena logística mediante una utilización compacta del espacio. El nuevo diseño tiene una excelente apariencia y forma parte esencial de nuestro mensaje de marca.” Dieter Glawischnig, director general de DS Smith Packaging Austria, añadió: “Estamos encantados de recibir estos reconocimientos por parte de los WorldStar Global Packaging Awards. Nuestros equipos creativos de diseño e innovación trabajaron con nuestras herramientas de Diseño Circular para crear productos sostenibles que ayudan a nuestros clientes a avanzar hacia una economía circular.” DS Smith reafirma así su compromiso de liderar la transición de la industria hacia una economía circular, ofreciendo soluciones sostenibles y circulares a sus clientes en treinta y cuatro países de todo el mundo. La empresa sigue su estrategia de sostenibilidad Now and Next, en línea con su propósito de Redefinir el Embalaje para un Mundo en Cambio.
Conselho da União Europeia impõe metas de reciclagem automóvel
Fabricantes de automóveis terão de usar mais plástico reciclado e redesenhar veículos para facilitar reaproveitamento. in Jornal de negócio, por Francisco de Almeida Fernandes, 17-06-2025 A indústria automóvel europeia está prestes a entrar numa nova fase da transição ecológica. O Conselho da União Europeia (UE) aprovou esta terça-feira a sua posição sobre o novo regulamento que impõe metas obrigatórias para a incorporação de plástico reciclado e que obriga os fabricantes a redesenhar os veículos para facilitar a sua desmontagem, reutilização e reciclagem. A medida baseia-se no princípio da responsabilidade alargada do produtor (EPR), que responsabiliza os fabricantes por todo o ciclo de vida dos veículos, incluindo o seu fim de vida. A par do plástico reciclado, o regulamento prevê a possibilidade de definir, no futuro, metas também para aço, alumínio e matérias-primas críticas. “O regulamento introduz uma meta obrigatória para plásticos reciclados e abre a possibilidade de fixar objetivos futuros para aço, alumínio e matérias-primas críticas”, informou o Conselho num comunicado. “As novas regras sobre a reciclagem de veículos devem ser tecnicamente viáveis e apoiadas por um quadro coerente. A transformação da reciclagem não acontecerá de um dia para o outro”, advertiu a diretora-geral da Associação Europeia dos Construtores de Automóveis (ACEA), Sigrid de Vries. A proposta será agora negociada com o Parlamento Europeu antes de se tornar lei. Cartel da reciclagem vale multas milionárias a fabricantes Já em abril, Bruxelas anunciou pesadas multas a 15 fabricantes e à ACEA por concertação ilegal relacionada com a reciclagem. Segundo a Comissão Europeia, durante mais de 15 anos os fabricantes coordenaram-se para evitar custos com serviços de reciclagem, sem comunicarem publicamente sobre a reciclagem dos seus veículos. “Estes fabricantes acordaram em não competir na publicidade sobre o uso de materiais reciclados e em manter o silêncio sobre a sua utilização nos novos modelos”, acusou, na altura, Teresa Ribera, vice-presidente da Comissão Europeia. A Volkswagen lidera a lista das coimas, com 128 milhões de euros, seguida da Renault/Nissan (81 milhões) e da Stellantis (75 milhões, reduzidos por ter colaborado na investigação). A Mercedes-Benz escapou à multa por ter denunciado o cartel, enquanto a ACEA foi multada em 500 mil euros por atuar como facilitadora, organizando reuniões e contactos entre os membros. Outros fabricantes como a Toyota, BMW, Hyundai/Kia, Volvo, Suzuki e Honda também foram penalizados, com coimas que variam entre 1 e 25 milhões de euros. “Não toleraremos cartéis, incluindo os que suprimem a procura de produtos mais ecológicos”, reforçou Teresa Ribera.
CLEPA | Stronger Remanufacturing Framework Needed in Council’s ELV Regulation Position
CLEPA calls for greater policy clarity and stronger support for automotive remanufacturing and inclusive recycling targets in CLEPA, 17-06-2025 In response to the Council’s adoption of its position on the End-of-life Vehicles (ELV) Regulation, CLEPA, the European association of automotive suppliers, calls for greater policy clarity and stronger support for automotive remanufacturing and inclusive recycling targets. “As essential players in the automotive value chain, suppliers are advancing sustainability and circular economy through innovative remanufacturing and material reuse. However, without a consistent regulatory framework, these efforts risk being undermined. The ELV regulation must be built on a realistic and innovation-friendly foundation,” said Benjamin Krieger, Secretary General of CLEPA. “Circularity is more than just recycling. It’s about keeping products and materials at their highest value for as long as possible,” Krieger added. “To unlock the full potential of the circular economy, we need legal clarity on remanufacturing and realistic targets for recycled content that reflect industry capabilities.” Key policy requests 1. Strengthen support for remanufacturing Adopt a clear and inclusive definition of remanufacturing that recognises products returned to same-as-new condition with full warranty. Ensure consistent terminology for cores and components, aligned with EU type-approval rules. Avoid language that misrepresents remanufactured parts as lower quality. Clarify the legal distinction between waste and parts for remanufacturing not only for end-of-life vehicles, but also for vehicles still in use. 2. Expand scope of recycled plastic targets Include both pre- and post-consumer plastic waste in the recycled plastic content target (Article 6), especially from automotive production. Ensure a comprehensive plastics definition, covering thermosets and elastomers. Guarantee technology neutrality, giving equal weight to chemical and mechanical recycling. Include a review clause to adjust targets based on feedstock availability and technological progress. CLEPA supports a 25% target, provided these conditions are met. CLEPA remains committed to working constructively with EU institutions to ensure the ELV Regulation supports Europe’s sustainability goals without compromising innovation or industrial competitiveness.
Europe’s Auto Industry Installed 23,000 new Robots
Preliminary results published by International Federation of Robotics in International Federation of Robotics, 17-06-2025 Investment in automating the car industry in Europe remains high. The total number of industrial robots installed reached 23,000 in 2024, which is the second-best result in five years. These are preliminary results presented by the International Federation of Robotics (IFR). “The European automotive sector is the region’s strongest customer industry for robotics,” says Takayuki Ito, President of the International Federation of Robotics. “Car makers are accounting for around a third of annual manufacturing installations in Europe. In terms of automation activity, the combined number of 23,000 European robot installations in the car sector was ahead of the 19,200 units installed in North America in 2024.” Automotive robot density At a global level, Europe´s car manufacturing is highly automated: Six European countries are among the top ten in the world’s robot density ranking for the automotive industry in 2023: Switzerland is in first place, with a ratio of 3,876 robots to 10,000 factory workers. Slovenia is in third place (1,762 units), Germany in sixth (1,492 units), Austria in eighth (1,412 units), Finland in ninth (1,288 units), and the Benelux countries are in tenth place with 1,132 units. European Union is in lead Apart from Switzerland, all of these automation champions are EU member states. The EU27 countries’ leading role is evident not only in the automotive industry, but across all sectors, accounting for around 85% of all regional installations in 2024. Germany, which belongs to the five major robot markets in the world, had a share of about 30% of the total installations in Europe. Italy followed with about 10% and Spain with about 6%.From 2019 to 2024, the compound annual growth rate (CAGR) of robots installed in the Europe was +3%. IFR Executive Round Table, June 25 in Munich At the IFR Executive Round Table on 25 June 2025 at the automatica trade fair in Munich, we will present new preliminary data: The Round Table experts will discuss the need for greater resilience in times of increasing uncertainty: What efforts are governments making — or should they be making — to keep up in the race? How can robots ensure Europe’s competitiveness and open up new markets?