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Comissão lança consulta pública sobre as regras anti- trust para o setor dos veículos automóveis
A Comissão Europeia lançou hoje uma consulta pública convidando todas as partes interessadas a expressarem os seus pontos de vista sobre o funcionamento das regras de concorrência aplicáveis aos acordos verticais no setor automóvel. Estas regras incluem o Regulamento de isenção por categoria aplicável no setor dos veículos automóveis («RIC aplicável no setor dos veículos automóveis») e as orientações suplementares («orientações»), ambos na redação de abril de 2023, assim como o Regulamento de isenção por categoria aplicável aos acordos verticais («RIC vertical») e as Orientações relativas às restrições verticais, na medida em que se apliquem ao setor dos veículos automóveis. in Comissão Europeia, 28-02-2025 A consulta pública faz parte da avaliação em curso do RIC aplicável no setor dos veículos automóveis e das respetivas orientações, lançada em 18 de janeiro de 2024. O atual prazo de expiração destas regras, que ajudam as empresas do setor automóvel a avaliar a compatibilidade dos seus acordos verticais com o artigo 101.º, n.º 1, do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia («TFUE»), é 31 de maio de 2028. Paralelamente, a Comissão lançou, em 30 de janeiro de 2025, o Diálogo Estratégico sobre o Futuro da Indústria Automóvel. A Comissão apresentará em breve um plano de ação que abordará questões relevantes para o setor automóvel, como a garantia do acesso a talentos e recursos, a inovação tecnológica e o desenvolvimento dos veículos da próxima geração, e o estabelecimento de um quadro regulamentar previsível. A avaliação do regulamento de isenção por categoria no setor automóvel complementa estes esforços, assegurando um mercado pós-venda competitivo para o setor automóvel. Contexto do processo de avaliação Em 17 de abril de 2023, a Comissão prorrogou o RIC aplicável no setor dos veículos automóveis por um período de cinco anos, até 31 de maio de 2028, e atualizou as respetivas orientações para refletir os principais desenvolvimentos tecnológicos na indústria automóvel desde 2010. Este foi o resultado da anterior avaliação do quadro, lançada em 2018 e concluída em 28 de maio de 2021, que indicava, nomeadamente, que era provável que o mercado dos veículos automóveis evoluísse nos próximos anos, devido à digitalização dos veículos e, em especial, aos novos padrões de mobilidade. A Comissão lançou a presente avaliação em 18 de janeiro de 2024 e um convite à apresentação de contributos em 27 de maio de 2024. Na sua revisão, a Comissão terá em conta a atual situação concorrencial no setor automóvel e incluirá uma avaliação do impacto das alterações de 2023 às orientações. A avaliação analisará igualmente a evolução provável do mercado até 2028, com base nas tendências atuais. Próximas etapas Todas as partes interessadas podem apresentar as suas observações até 23 de maio de 2025. Estão disponíveis aqui mais informações sobre a forma de participar na consulta. A Comissão analisará as respostas à consulta e publicará um resumo dos principais pontos e conclusões no portal da Comissão «Dê a sua opinião». Na mesma página, a Comissão publicará igualmente os contributos para a consulta pública na língua em que foram apresentados. No âmbito da avaliação em curso, a Comissão procurará igualmente obter reações das autoridades nacionais da concorrência. Além disso, a Comissão coopera atualmente com o Centro Comum de Investigação da Comissão num estudo para recolher informações setoriais específicas relativas a uma lista de indicadores pertinentes da indústria, com especial destaque para a transformação digital dos mercados automóveis. Após a conclusão da avaliação, a Comissão analisará as possíveis opções políticas para o futuro do regulamento de isenção por categoria no setor dos veículos automóveis, numa fase de elaboração de políticas prevista para 2026. Os progressos da avaliação podem ser seguidos no portal da Comissão «Dê a sua opinião». Contexto do RIC aplicável no setor dos veículos automóveis Os acordos verticais são acordos entre duas ou mais empresas que operam a diferentes níveis da cadeia de produção ou de distribuição e que dizem respeito às condições em que as partes podem adquirir, vender ou revender determinados bens ou serviços. O artigo 101.º, n.º 1, TFUE, proíbe os acordos entre empresas que restrinjam a concorrência. Contudo, nos termos do artigo 101.º, n.º 3 do TFUE, esses acordos podem ser declarados compatíveis com o mercado único desde que contribuam para melhorar a produção ou a distribuição dos produtos ou para promover o progresso técnico ou económico, contanto que aos utilizadores se reserve uma parte equitativa dos benefícios daí resultantes, sem eliminar a concorrência. O RIC aplicável no setor dos veículos automóveis estabelece que o regime geral da Comissão (ou seja, o Regulamento de isenção por categoria vertical ou «RIC vertical») é aplicável aos acordos de distribuição de veículos novos. O RIC vertical isenta acordos verticais que preenchem determinadas condições da proibição prevista no artigo 101.º, n.º 1, do TFUE, criando assim uma zona de segurança para esses acordos. As Orientações relativas às restrições verticais oferecem diretrizes para interpretar e aplicar o RIC vertical e avaliar os acordos verticais que não são abrangidos pela zona de segurança do referido regulamento. No que diz respeito aos acordos de venda e revenda de peças sobresselentes ou de prestação de serviços de reparação e manutenção para veículos automóveis, o RIC aplicável no setor dos veículos automóveis estabelece que o artigo 101.º, n.º 1, do TFUE não é aplicável, desde que estes acordos preencham os requisitos para beneficiar de uma isenção ao abrigo do regime geral do RIC vertical e não contenham nenhuma das graves restrições de concorrência enumeradas no RIC aplicável no setor dos veículos automóveis (tais restrições eliminariam o benefício da isenção). Mais informações Estão disponíveis mais informações sobre as próximas etapas da presente avaliação na página Web específica do sítio Web da Comissão dedicado à concorrência. Citação(ões) Com esta avaliação, queremos garantir que o nosso quadro anti- <em>trust</em> acompanha o ritmo das rápidas mudanças no mercado dos veículos automóveis, desde a digitalização até aos novos padrões de mobilidade. No âmbito da avaliação, é essencial tirar partido das experiências das várias partes interessadas — desde os fabricantes às oficinas de reparação independentes — para dispor
Bosch Mobility Aftermarket marca presença na Motortec Madrid 2025
Apresenta oferta integral inovadora de serviços e soluções para oficinas Forte presença no pavilhão 7, com dois stands dedicados à Bosch e ao veículo industrial A sustentabilidade, impulsionada e promovida em toda a cadeia de valor Ponto de encontro com a distribuição e as oficinas in Bosch Mobility Aftermarket, 27-02-2025 A próxima edição da Motortec Madrid, que vai decorrer de 23 a 26 de abril na IFEMA (Madrid), contará novamente com a presença da Bosch Mobility Aftermarket. Nesta edição, a Bosch terá dois stands no pavilhão 7: um dedicado à Bosch – maior do que na edição anterior – e outro específico para veículos industriais, onde vai integrar a sua oferta de produtos, software, equipamentos e serviços para oficinas. Uma ampla gama de soluções que permitirá às oficinas enfrentarem tanto os desafios atuais quanto os futuros. Tecnologia e experiência Bosch num único pavilhão No stand da Bosch (7C02), vão estar reunidas as inovações tecnológicas sustentáveis em produtos, serviços e equipamentos para oficinas, além dos conceitos de oficina: Bosch Car Service, Bosch Diesel e o novo Programa Pro. Por sua vez, no espaço dedicado ao veículo industrial (7C43), os visitantes podem conhecer a gama completa de peças de reposição, equipamentos e serviços que a Bosch oferece para camiões, autocarros, máquinas de construção e frotas. Além disso, estará também disponível uma exposição de vários desses veículos. Neste mesmo espaço, a Bosch vai organizar, em colaboração com a Motortec Madrid 2025, o concurso “Desafio Truck”, que será realizado na área MotorTruck, direcionada para veículos industriais. Em ambos os stands, serão também organizadas visitas em grupo com atividades de interesse para os visitantes, conduzidas por especialistas da Bosch. Como em todas as edições, a Bosch participará ativamente das diversas atividades organizadas pela Motortec Madrid 2025, como a Galeria da Inovação, jornadas técnicas, conferências e mesas-redondas.
Pacto Industrial Limpo | Um plano para a competitividade e a descarbonização da UE
Esta página foi traduzida através de tradução automática. Perante os elevados custos da energia e a concorrência feroz a nível mundial, as indústrias europeias necessitam de apoio urgente. O Pacto Industrial Limpo define ações concretas para transformar a descarbonização num motor de crescimento para as indústrias europeias. Tal inclui a redução dos preços da energia, a criação de empregos de qualidade e as condições adequadas para que as empresas prosperem. in Comissão Europeia, 26-02-2025 O Pacto apresenta medidas para impulsionar todas as fases da produção, com destaque para: indústrias com utilização intensiva de energia, como a siderurgia, os metais e os produtos químicos, que necessitam urgentemente de apoio para descarbonizar, mudar para energias limpas e fazer face aos elevados custos, à concorrência mundial desleal e à complexidade da regulamentação o setor das tecnologias limpas, que está no cerne da competitividade futura e é necessário para a transformação industrial, a circularidade e a descarbonização. Outro elemento do acordo é circularidade, que visa reduzir os resíduos e prolongar a vida útil dos materiais, promovendo a reciclagem, a reutilização e a produção sustentável. Maximizar os recursos limitados da UE e reduzir a dependência excessiva dos fornecedores de matérias-primas de países terceiros é crucial para um mercado competitivo e resiliente. Principais elementos do Pacto Industrial Limpo Energia a preços acessíveis A energia acessível é a base da competitividade. Para reduzir as faturas de energia das indústrias, das empresas e dos agregados familiares, promovendo simultaneamente a transição para uma economia hipocarbónica, a Comissão adotou o Plano de Ação para a Energia a Preços Acessíveis, a fim de: acelerar a implantação de energias limpas, acelerando a eletrificação completar o mercado interno da energia com interligações físicas utilizar a energia de forma mais eficiente e reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados. Impulsionar a procura de produtos limpos O Regulamento Acelerador da Descarbonização Industrial aumentará a procura de produtos limpos fabricados na UE, introduzindo critérios de sustentabilidade, resiliência e «fabricado na Europa» nos contratos públicos e privados. A Comissão procederá igualmente à revisão doQuadro de contratação pública em 2026 para introduzir critérios de sustentabilidade, resiliência e preferência europeia na contratação pública para setores estratégicos. Financiamento da transição para uma economia limpa O Pacto Industrial para uma Indústria Limpa mobilizará mais de 100 mil milhões de EUR para apoiar a produção limpa produzida na UE. A Comissão irá: adotar um novo Quadro de auxílios estatais do Pacto Industrial Limpo para acelerar a aprovação de auxílios estatais à implantação de energias renováveis, descarbonizar a indústria e assegurar uma capacidade de fabrico suficiente de tecnologias limpas reforçar o Fundo de Inovação e propor um Banco de Descarbonização Industrial, que visa um financiamento de 100 mil milhões de EUR, com base nos fundos disponíveis no Fundo de Inovação, receitas adicionais resultantes de partes do CELE, bem como da revisão do InvestEU lançar um convite específico no âmbito do Horizonte Europa para estimular a investigação e a inovação nestes domínios alterar oRegulamento InvestEU, a fim de aumentar o montante das garantias financeiras que o InvestEU pode prestar para apoiar investimentos. Tal mobilizará, por sua vez, até 50 mil milhões de EUR para a implantação de tecnologias limpas, a mobilidade limpa e a redução dos resíduos. Circularidade e acesso aos materiais As matérias-primas críticas são fundamentais para a nossa indústria. A UE tem de garantir o acesso a esses materiais e reduzir a dependência de fornecedores não fiáveis. A integração da circularidade na nossa estratégia de descarbonização é crucial para tirar o máximo partido dos recursos limitados da UE. A Comissão irá: criar um mecanismo que permita às empresas europeias reunirem-se e agregarem a sua procura de matérias-primas críticas criar um O Centro de Matérias-Primas Críticas da UE adquirirá conjuntamente matérias-primas em nome das empresas interessadas, o que criará economias de escala e proporcionará um maior efeito de alavanca para negociar melhores preços e condições adotar uma Lei da Economia Circular em 2026 para acelerar a transição circular e assegurar que os materiais escassos são utilizados e reutilizados de forma eficiente, reduzir as nossas dependências mundiais e criar empregos de elevada qualidade. O objetivo é que 24 % dos materiais sejam circulares até 2030. Agir à escala mundial Mais do que nunca, a UE precisa de parceiros mundiais fiáveis. Para além dos acordos comerciais novos e em curso, a Comissão irá: Lançar a primeira Parceria de Comércio e Investimento Limpos para diversificar as cadeias de abastecimento e forjar acordos mutuamente benéficos assegurar que a indústria da UE é economicamente segura e resiliente, face à concorrência mundial e às incertezas geopolíticas, através de uma série de instrumentos de defesa comercial e outros instrumentos simplificar e reforçar o Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço, o instrumento da UE para atribuir um preço justo ao carbono emitido durante a produção de bens com utilização intensiva de carbono. Competências e empregos de qualidade A mão de obra da UE deve possuir as competências necessárias para apoiar a transição para uma economia hipocarbónica, incluindo competências em tecnologias limpas, digitalização e empreendedorismo. A Comissão estabelecerá uma União de Competências que investe nos trabalhadores, desenvolve competências e cria empregos de qualidade. O Erasmus+ reforçará os programas de educação e formação para desenvolver uma mão de obra qualificada e adaptável e colmatar a escassez de competências em setores-chave, com um financiamento máximo de 90 milhões de EUR. O Pacto Industrial Limpo centrar-se-á também nos facilitadores horizontais necessários para uma economia competitiva: reduzir a burocracia, explorar plenamente a dimensão do mercado único, promoção de empregos de qualidade, uma melhor coordenação das políticas a nível da UE e a nível nacional. Dados fundamentais Antecedentes Nas suas orientações políticas, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, comprometeu-se a concretizar o Pacto Industrial Limpo nos primeiros 100 dias da Comissão, dando prioridade à competitividade e à prosperidade da UE. Esta iniciativa baseia-se nos contributos dos líderes da indústria, dos parceiros sociais e da sociedade civil, na sequência da Declaração de Antuérpia para um Pacto Industrial Europeu e dos diálogos sobre a transição ecológica.
Comissão simplifica as regras em matéria de sustentabilidade e de investimento na UE, disponibilizando mais de 6 mil milhões de EUR em apoio administrativo
A Comissão Europeia adotou um novo pacote de propostas para simplificar as regras da UE e impulsionar a competitividade, assegurando uma capacidade adicional de investimento. Trata-se de um importante passo em frente na criação de um ambiente empresarial mais favorável para ajudar as empresas da UE a crescer, inovar e criar emprego. in Comissão Europeia, 26-02-2025 Ao conciliar os nossos objetivos em matéria de competitividade e clima, criaremos condições para que as empresas da UE prosperem, atraiam investimento e contribuam para os nossos objetivos comuns – incluindo os objetivos do Pacto Ecológico Europeu – e para concretizar todo o nosso potencial económico. A Comissão tem um objetivo claro de realizar um esforço de simplificação sem precedentes, alcançando uma redução em pelo menos 25 % dos encargos administrativos, e em pelo menos 35 % para as PME, até ao final do presente mandato. Estes primeiros pacotes abrangentes de medidas («Omnibus») cobrem diversos domínios legislativos, uma simplificação de grande alcance nos domínios da comunicação de informações sobre o financiamento sustentável, do dever de diligência em matéria de sustentabilidade, da taxonomia da UE, do mecanismo de ajustamento carbónico fronteiriço e dos programas de investimento da Europa. Estas propostas reduzirão a complexidade dos requisitos da UE para todas as empresas e, nomeadamente, para as PME e as empresas de média capitalização, e centrarão o nosso quadro regulamentar nas empresas de maior dimensão e com maior impacto no clima e no ambiente, ainda assim permitindo que as empresas acedam a financiamento sustentável para a sua transição ecológica. Se forem adotadas e aplicadas como hoje estabelecido, estima-se que as propostas proporcionem poupanças totais nos custos administrativos anuais de cerca de 6,3 mil milhões de EUR e mobilizem uma capacidade adicional de investimento público e privado de 50 mil milhões de EUR para apoiar as prioridades estratégicas. Tornar a comunicação de informações sobre a sustentabilidade mais acessível e eficiente Especificamente, as principais alterações no domínio da comunicação de informações sobre sustentabilidade (CISE e taxonomia da UE) irão: Retirar cerca de 80 % das empresas do âmbito de aplicação da Diretiva CISE, centrando as obrigações de comunicação de informações sobre a sustentabilidade nas empresas de maior dimensão e com maior impacto nas pessoas e no ambiente; Assegurar que os requisitos de comunicação de informações sobre a sustentabilidade aplicáveis às grandes empresas não sobrecarregam as empresas de menor dimensão nas suas cadeias de valor;Adiar por dois anos (até 2028) os requisitos de comunicação de informações para as empresas atualmente abrangidas pelo âmbito de aplicação da Diretiva CISE e que estavam obrigadas a comunicar informações a partir de 2026 ou 2027. Reduzir os encargos decorrentes das obrigações de comunicação de informações no âmbito da taxonomia da UE e limitá-los às maiores empresas (correspondentes ao âmbito de aplicação da Diretiva CISE), mantendo simultaneamente a possibilidade de comunicar voluntariamente informações para as outras grandes empresas abrangidas pelo futuro âmbito de aplicação dessa diretiva. Este processo deverá proporcionar poupanças significativas de custos para as empresas de menor dimensão, permitindo simultaneamente que as empresas que pretendam aceder a financiamento sustentável continuem a comunicar informações. Introduzir a opção voluntária de comunicação de informações sobre as atividades parcialmente alinhadas com a taxonomia da UE, promovendo uma transição ambiental gradual das atividades ao longo do tempo, em consonância com o objetivo de aumentar o financiamento da transição para ajudar as empresas na sua trajetória rumo à sustentabilidade. Introduzir um limiar de materialidade financeira para a comunicação de informações no âmbito da taxonomia e reduzir os modelos de comunicação de informações em cerca de 70 %. Introduzir simplificações dos critérios «não prejudicar significativamente» mais complexos para a prevenção e o controlo da poluição relacionados com a utilização e a presença de produtos químicos que se aplicam horizontalmente a todos os setores económicos abrangidos pela taxonomia da UE – como primeiro passo na revisão e simplificação de todos esses critérios. Ajustar, entre outros, o principal indicador-chave de desempenho baseado na taxonomia para os bancos, o rácio dos ativos ecológicos (RAE). Os bancos poderão excluir do denominador do RAE as exposições relacionadas com empresas fora do âmbito de aplicação futuro da Diretiva CISE (ou seja, empresas com menos de 1000 trabalhadores e um volume de negócios inferior a 50 milhões de EUR). Simplificar o dever de diligência por forma a apoiar uma conduta empresarial responsável As principais alterações no domínio do dever de diligência em matéria de sustentabilidade irão: Simplificar os requisitos em matéria de dever de diligência no domínio da sustentabilidade, de modo a que as empresas abrangidas evitem complexidades e custos desnecessários, p. ex.: centrando a ação nos requisitos de devida diligência em relação aos contratantes diretos; e reduzindo a frequência das avaliações periódicas e do acompanhamento dos seus parceiros de um para cinco anos, com avaliações ad hoc sempre que necessário. Reduzir os encargos e os efeitos de cascata para as PME e as EMC, limitando a quantidade de informações que podem ser solicitadas no âmbito do mapeamento da cadeia de valor pelas grandes empresas; Continuar a aumentar a harmonização dos requisitos em matéria de dever de diligência, a fim de assegurar condições de concorrência equitativas em toda a UE; Eliminar as condições ligadas à responsabilidade civil na UE, preservando simultaneamente o direito das vítimas à indemnização integral pelos prejuízos devidos a situações de incumprimento e protegendo as empresas contra a sobrecompensação, ao abrigo dos regimes de responsabilidade civil dos Estados-Membros; e Dar às empresas mais tempo para se prepararem para cumprir os novos requisitos, adiando o prazo para a aplicação dos requisitos em matéria de dever de diligência no domínio da sustentabilidade às empresas da primeira vaga por um ano (até 26 de julho de 2028) e, ao mesmo tempo, antecipando a adoção das orientações num ano (até julho de 2026). Simplificar o mecanismo de ajustamento carbónico fronteiriço (MACF) para um comércio mais justo As principais alterações ao MACF serão: Isentar os pequenos importadores, na sua maioria PME e particulares, das obrigações CBAM. Em causa estão os importadores de pequenas quantidades de mercadorias CBAM, que
Commission simplifies rules on sustainability and EU investments, delivering over €6 billion in administrative relief
The European Commission has adopted a new package of proposals to simplify EU rules, boost competitiveness, and unlock additional investment capacity. This is a major step forward in creating a more favourable business environment to help EU companies grow, innovate, and create quality jobs. in European Commission, 26-02-2025 By bringing our competitiveness and climate goals together, we are creating the conditions for EU businesses to thrive, attract investment, achieve our shared goals – such as the European Green Deal objectives – and unlock our full economic potential. The Commission has a clear target to deliver an unprecedented simplification effort, by achieving at least 25% reduction in administrative burdens, and at least 35% for SMEs until the end of this mandate. These first ‘Omnibus’ packages, bringing together proposals in a number of related legislative fields, cover a far-reaching simplification in the fields of sustainable finance reporting, sustainability due diligence, EU Taxonomy, carbon border adjustment mechanism, and European investment programmes. These proposals will reduce complexity of EU requirements for all businesses, notably SMEs and small mid-caps, focus our regulatory framework on the largest companies which are likely to have a bigger impact on the climate and the environment, while still enabling companies to access sustainable finance for their clean transition. If adopted and implemented as set out today, the proposals are conservatively estimated to bring total savings in annual administrative costs of around €6.3 billion and to mobilise additional public and private investment capacity of €50 billion to support policy priorities. Making sustainability reporting more accessible and efficient Specifically, the main changes in the area of sustainability reporting (CSRD and EU Taxonomy) will: Remove around 80% of companies from the scope of CSRD, focusing the sustainability reporting obligations on the largest companies which are more likely to have the biggest impacts on people and the environment; Ensure that sustainability reporting requirements on large companies do not burden smaller companies in their value chains; Postpone by two years (until 2028) the reporting requirements for companies currently in the scope of CSRD and which are required to report as of 2026 or 2027. Reduce the burden of the EU Taxonomy reporting obligations and limit it to the largest companies (corresponding to the scope of the CSDDD), while keeping the possibility to report voluntarily for the other large companies within the future scope of the CSRD. This is expected to deliver significant cost savings for smaller companies, while allowing businesses that wish to access sustainable finance to continue that reporting. Introduce the option of reporting on activities that are partially aligned with the EU Taxonomy, fostering a gradual environmental transition of activities over time, in line with the aim to scale up transition finance to help companies on their path towards sustainability. Introduce a financial materiality threshold for the Taxonomy reporting and reduce the reporting templates by around 70%. Introduce simplifications to the most complex “Do no Significant harm” (DNSH) criteria for pollution prevention and control related to the use and presence of chemicals that apply horizontally to all economic sectors under the EU Taxonomy – as a first step in revising and simplifying all such DNSH criteria. Adjust, among others, the main Taxonomy-based key performance indicator for banks, the Green Asset Ratio (GAR). Banks will be able to exclude from the denominator of the GAR exposures that relate to undertakings which are outside the future scope of the CSRD (i.e. companies with less than 1000 employees and €50m turnover). Simplifying due diligence to support responsible business practices The main changes in the area of sustainability due diligence will: Simplify sustainability due diligence requirements so that companies in scope avoid unnecessary complexities and costs, e.g. by focusing systematic due diligence requirements on direct business partners; and by reducing the frequency of periodic assessments and monitoring of their partners from annual to 5 years, with ad hoc assessments where necessary. Reduce burdens and trickle-down effects for SMEs and and small mid-caps by limiting the amount of information that may be requested as part of the value chain mapping by large companies; Further increase the harmonisation of due diligence requirements to ensure a level playing field across the EU; Remove the EU civil liability conditions while preserving victims’ right to full compensation for damage caused by non-compliance, and protecting companies against over-compensation, under the civil liability regimes of Member States; and Give companies more time to prepare to comply with the new requirements by postponing the application of the sustainability due diligence requirements for the largest companies by one year (to 26 July 2028), while advancing the adoption of the guidelines by one year (to July 2026). Simplifying the carbon border adjustment mechanism (CBAM) for a fairer trade The main changes on CBAM will: Exempt small importers from CBAM obligations, mostly SMEs and individuals. These are importers who import small quantities of CBAM goods, representing very small quantities of embedded emissions entering the Union from third countries. This works by introducing a new CBAM cumulative annual threshold of 50 tonnes per importer, thus eliminating CBAM obligations for approximately 182,000 or 90% of importers, mostly SMEs, while still covering over 99% emissions in scope. Simplify the rules for companies that remain in CBAM scope: on authorisation of CBAM declarants, as well as the rules related to CBAM obligations, including the calculation of embedded emissions and reporting requirements. Make CBAM more effective in the long term, by strengthening the rules to avoid circumvention and abuse. This simplification precedes a future extension of CBAM to other ETS sectors, downstream goods, followed by new legislative proposal on the scope extension of CBAM in early 2026. Unlocking investment opportunities The Commission is also proposing a series of amendments to simplify and optimise the use of several investment programs including InvestEU, EFSI, and legacy financial instruments. InvestEU, the EU’s largest risk-sharing instrument to support priority investments within the Union, plays a key role in addressing financial barriers and driving the investments needed for competitiveness, research and innovation, decarbonisation, environmental sustainability and skills. Currently, close to 45 % of its operations are supporting climate objectives. The
Bruxelas avança 100 mil milhões de euros para a indústria limpa e propõe banco para a descarbonização
A Comissão Europeia anuncia esta quarta-feira um conjunto de medidas para a área da energia, sustentabilidade e descarbonização. in ECO, por Ana Batalha Oliveira, 26-02-2025 A Comissão Europeia quer apoiar a indústria no processo de descarbonização. Nesse sentido, o Executivo europeu avança com a mobilização de 100 mil milhões de euros para apoiar a indústria limpa no curto-prazo e anuncia a criação de um “banco para a descarbonização industrial”, cujo financiamento deverá atingir exatamente o mesmo montante. A Comissão Europeia apresenta, esta quarta-feira, três pacotes relacionados com energia: o Ato da Indústria Limpa, o Plano de Ação para uma Energia Acessível e o Omnibus, que vai simplificar diplomas relacionados com sustentabilidade como a Diretiva de Reporte Corporativo de Sustentabilidade ou a Taxonomia Europeia. No âmbito do Ato para a Indústria Limpa, a Comissão refere que irá mobilizar 100 mil milhões de euros para o fabrico de tecnologias limpas na Europa, no âmbito do Quadro Financeiro Plurianual, de forma a proporcionar “alívio de curto prazo”, lê-se numa nota publicada pelo executivo europeu. Numa introdução ao tema, em conferência de imprensa, o comissário europeu para a Ação Climática, Wopke Hoekstra, salientou algumas “ações emblemáticas” que destaca nestes pacotes. Entre elas, apontou que vai ser proposta a criação do “Banco para a Descarbonização Industrial”, parcialmente baseado no sistema de comércio de emissões do Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE). Este banco poderá, nos próximos 10 anos, chegar aos 100 mil milhões de euros, o que permitirá uma alavancagem que poderá chegar aos 400 mil milhões, assumiu o comissário. A intenção é que, com estes montantes, se reduzam as emissões industriais até 30%, e que permita “um reforço sem precedentes no investimento em redes e na energia limpa“. No âmbito deste diploma, a Comissão prevê que, em junho de 2025, seja lançado um quadro de auxílios de Estado para acelerar a instalação de energias renováveis, descarbonizar a indústria e assegurar o fabrico de tecnologias limpas. Este vai “tornar mais fácil” a atribuição de apoios ao nível dos Estados membros, lê-se na nota. “A Europa vai ter de se tornar um destino de investimento em energias limpas”, rematou, na mesma conferência de imprensa, Stéphane Séjourné, vice-presidente executivo para a Prosperidade e Estratégia Industrial da Comissão Europeia. O mesmo responsável afirmou que os europeus passarão a ser “muito mais estratégicos na política de aquisição e produção de matérias primas na Europa”, sendo que será criada uma plataforma de aquisição comum de matérias primas, na qual poderão ser negociados materiais críticos como o lítio e o cobalto a um preço que se espera mais baixo. Assumiu ainda que o mercado da reciclagem está a ser “subexplorado”, pelo que será incentivada legislação em relação a economia circular. O comissário Hoekstra salientou ainda a criação de um rótulo voluntário de intensidade carbónica para produtos industriais, que começa a aplicar-se ao aço em 2025, e depois alastrará para o setor cimenteiro. Em paralelo, vão ser revistas as regras para a adjudicação de contratos públicos, em 2026, para incluir fatores de sustentabilidade e para que seja dada preferência a fornecedores europeus em setores chave. Por fim, apesar de o Omnibus ser o programa da simplificação, é dentro do próprio Ato da Indústria Limpa que a Comissão pretende simplificar o Mecanismo Transfronteiriço de Ajustamento de Carbono (CBAM, na sigla em inglês).
Vendas de automóveis novos na União Europeia | janeiro 2025
New car registrations: -2.6% in January 2025; battery-electric 15% market share in ACEA, 25-02-2025 In January 2025, new EU car registrations declined by -2.6%. Notably, the bloc’s major markets saw declines, with France (-6.2%), Italy (-5.8%), and Germany (-2.8%). Spain conversely recorded a 5.3% increase. New EU car registrations by power source In January, battery electric vehicles (BEVs) made up 15% of the market share, up from the low baseline of comparison of 10.9% in January 2024. Hybrid-electric vehicles surged ahead, commanding nearly 34.9% of the market and becoming again the first most preferred choice among EU car buyers. Meanwhile, the combined market share of petrol and diesel cars fell to 39.4% in January 2025, down from 48.7% one year ago. Electric cars In January 2025, new battery-electric car sales grew by 34% to 124,341 units, capturing a 15% market share. Three of the four largest markets in the region, together accounting for 64% of all battery-electric car registrations, recorded robust double-digit gains: Germany (+53.5%), Belgium (+37.2%), and the Netherlands (+28.2%), while France saw a slight decline of -0.5%. In January, new EU registrations of hybrid-electric cars increased by 18.4%, boosted by significant growth in the four biggest markets: France (+52.2%), Spain (+23.5%), Germany (+13.7%), and Italy (+10.6%). This led to 290,014 units registered in the first month of 2025, representing 34.9% of the EU market share. Registrations of plug-in hybrid electric cars declined in January 2025, dropping by 8.5% to 61,406 units. This decrease was primarily driven by significant reductions in key markets such as Belgium (-66.6%) and France (-54%). As a result, plug-in hybrid electric cars now represent 7.4% of total car sales in the EU. Petrol and diesel cars In January 2025, petrol car registrations saw a significant decline of 18.9%, with all major markets showing decreases. France experienced the steepest drop, with registrations plummeting by 28.2%, followed by Germany (-23.7%), Italy (-17%), and Spain (-11.1%). With 244,763 new cars registered last month, the market share for petrol dropped to 29.4%, down from 35.4% in the same month last year. Similarly, the diesel car market declined by 27%, resulting in a 10% market share for diesel vehicles last January. Overall, double-digit declines were observed in most EU markets. In January 2025, new EU car registrations declined by -2.6%. Notably, the bloc’s major markets saw declines, with France (-6.2%), Italy (-5.8%), and Germany (-2.8%). Spain conversely recorded a 5.3% increase. Downloads Press release car registrations January 2025
COMUNICADO DE IMPRENSA | #TheRoadAhead: A ambição de sustentabilidade dos fornecedores da indústria automóvel requer uma regulação favorável à inovação
A CLEPA, a associação europeia de fornecedores da indústria automóvel, desvendou o seu Manifesto para a Sustentabilidade, um roteiro geral que descreve como a indústria e os reguladores poderão, em conjunto, permitir a transição da indústria para a neutralidade climática, para a circularidade, para o abastecimento responsável e resiliente, e ainda para garantir uma transição justa para trabalhadores e comunidades em geral. A AFIA, como Associada da CLEPA, participou no grupo de trabalho para a elaboração do Manifesto para a Sustentabilidade. in CLEPA / AFIA, 25-02-2025 Como pilar do setor automóvel, os fornecedores são essenciais na busca de uma inovação sustentável que permita reduzir emissões de carbono e garantir cadeias de abastecimento responsáveis. O Manifesto para a Sustentabilidade da CLEPA delineia quatro pilares fundamentais que irão moldar o futuro da indústria europeia: Ação Climática, Economia Circular, Cadeia de Abastecimento Responsável e Transição Justa. O Manifesto também estabelece alguns objetivos importantes, incluindo: Os fornecedores europeus da indústria automóvel já têm feito progressos. Os 29 maiores fornecedores reduziram, em conjunto, as emissões de CO? em 8,4% (âmbito 1 e 2) entre 2022 e 2023, e aumentaram a reciclagem e a recuperação de resíduos da produção em 85,8% em 2022. Estes dados são demonstrativos do compromisso inabalável do setor com a sustentabilidade. Contudo, o setor precisará de ações urgentes por parte dos reguladores no sentido de reforçar a competitividade e recalibrar as políticas de sustentabilidade. Os reguladores terão de estimular a inovação por meio de um enquadramento normativo neutro no que respeita à tecnologia, procurando um equilíbrio entre a responsabilidade ambiental, a equidade social e o crescimento económico. Além disso, o regulamento europeu de ESG (Ambiente, Social e Governação) deve ser ajustado de modo a incentivar a inovação e permitir o progresso das empresas no sentido de cumprirem objetivos de sustentabilidade, ao invés de serem afogadas em requisitos de reporte. Benjamin Krieger, Secretário-Geral da CLEPA, sublinha a importância desta visão: “Numa era definida por desafios sem precedentes, os fornecedores europeus da indústria automóvel continuam a liderar o caminho para a transformação sustentável. A nossa indústria opera numa cadeia de valor global e altamente interconectada. Para assegurar a sua continuidade, precisamos de condições competitivas para investir e de neutralidade tecnológica. O Manifesto para a Sustentabilidade aponta um caminho claro e atingível para a neutralidade climática, para a eficiência dos recursos e para a transformação da força de trabalho — assegurando que a Europa continuará a ser líder global na inovação verde.” José Couto, Presidente da AFIA, refere o papel da AFIA é, e será, acompanhar os fabricantes de componentes para automóveis, representá-los, defendê-los e ajudá-los a antecipar e gerir os desafios do dia-a-dia e preparar as empresas para o futuro. Nomeadamente na necessária transição dos modelos de negócio tradicionais para um novo modelo que atenda a preocupações ambientais, sociais e de boa governação – ESG, Environment, Social & Governance, na sigla inglesa. ACEDA AQUI AO MANIFESTO PARA A SUSTENTABILIDADE Sobre a CLEPA CLEPA, a Associação Europeia de Fornecedores da Indústria Automóvel, sediada em Bruxelas, representa mais de 3000 empresas, desde multinacionais a PME, que fornecem componentes topo de gama e tecnologia inovadora para uma mobilidade mais segura, inteligente e sustentável, investindo mais de 30 mil milhões de euros anuais em investigação e desenvolvimento. Os fornecedores automóveis europeus são responsáveis por 1,7 milhões de empregos diretos na União Europeia. Contacto: communications@clepa.be Sobre a AFIA A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel. A indústria de componentes para automóveis em Portugal agrega cerca de 350 empresas e emprega diretamente 64.000 pessoas. Fatura 14,3 mil milhões de Euros (ano 2023), com uma quota de exportação superior a 85%. Em termos de importância na economia nacional, representa 5,4% do PIB, 8,9% do emprego da indústria transformadora, 11,1% do valor acrescentado bruto da indústria transformadora, 15,6% das exportações nacionais de bens transacionáveis e 15,8% do investimento total da indústria transformadora. Contacto: info@afia.pt
Abrantes: Autarquia reconhece Interesse Municipal no novo projeto empresarial da OKE TILLNER (com áudio)
A Câmara de Municipal de Abrantes aprovou, por unanimidade, na reunião de 18 de fevereiro, a candidatura a apoios municipais, no âmbito do programa de incentivos à atividade empresarial, apresentada pela empresa OKE TILLNER – PERFIS LDA. in Rádio Antena Livre, 25-02-2025 De acordo com o Município esta candidatura traduz-se no reconhecimento do projeto empresarial de interesse municipal e consequentemente na concessão de apoios de natureza fiscal e tributária no valor estimado de 315 mil euros. A OKE TILLNER – PERFIS LDA, é uma empresa instalada em Abrantes, no parque industrial desde 2000 e fábrica componentes plásticos para a indústria automóvel. Em 2015 e 2018 foi distinguida pela revista “Exame” como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal. Os apoios de natureza fiscal e tributária (IMI, Taxas Municipais e Encargos Urbanísticos) são concedidos, de acordo com o Município, para apoio ao “novo projeto empresarial que passará pela construção de mais um pavilhão industrial que desencadeará mais postos de trabalho, aumento da capacidade produtiva, instalação de novas tecnologias e instalação de equipamentos para produção de energias renováveis para auto consumo.” Manuel Jorge Valamatos, à margem da inauguração da Feira de S. Matias, quando questionado pelos jornalistas sobre o que é esta declaração de interesse municipal explicou que “quando existam grandes investimentos para o território estamos disponíveis para subscrever a importância desses mesmos investimentos.” O autarca sublinhou que o Município tem criado condições de acesso e de resposta em termos de valorização dos projetos, uma vez que há uma diminuição de impostos, de taxas para as empresas de fixarem. “Tudo o que pudermos fazer para criar as melhores condições para que as empresas se fixem no nosso território é o que vamos fazer”, sublinhou o presidente da Câmara de Abrantes adiantando que sempre que exista um projeto de relevância nacional de investimento, “faremos sempre que entendemos que é oportuno (…) e é uma forma de valorizar essa intenção de investir no território.” Manuel Jorge Valamatos, presidente CM Abrantes Recorde-se que o Município de Abrantes disponibiliza incentivos de natureza fiscal e tributária a projetos empresariais que se revistam de inequívoco interesse municipal, designadamente por via do seu contributo para a criação líquida de emprego no concelho. O regulamento deste programa está disponível no sítio da internet do Município.